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Brasa sob a Pele

Contos de Romântico · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de bétola queimada pairava pesado no ar, misturado com o aroma resinoso da cera de velas. Jonas puxou a fumaça profundamente para os pulmões, deixando-a escapar lentamente. As chamas dançavam atrás do vidro da lareira, lançando manchas quentes de luz sobre Mira, que estava agachada no tapete à sua frente. Os dedos dela deslizavam sobre a superfície áspera de um livro antigo que ela havia tirado da estante dele – uma primeira edição de Rilke, que ele não abria há anos. O olhar dele percorreu o corpo dela, como ela estava sentada, com as pernas dobradas, o tecido do vestido esticado sobre as coxas. Ele sentiu o pau ficar inquieto dentro da calça, um primeiro pulso que ele tentou ignorar. O tecido da jeans pressionava contra a sua rigidez crescente, e ele teve que mudar de posição para que o volume não ficasse tão óbvio.

“Você lê Rilke?”, ela perguntou, sem levantar os olhos. A voz dela era baixa, quase reverente. Jonas se aproximou, sentou-se no chão ao lado dela. O calor do fogo o atingiu, fazendo sua pele formigar. “Antigamente. Na faculdade. Depois disso, o tempo me escapou.” Ele pegou o livro, seus dedos tocaram os dela. Um leve arrepio o percorreu, e seu pau ficou mais duro, pressionando contra o tecido da jeans como uma barra de carne que gritava por libertação. Mira ergueu a cabeça, seus olhos capturaram a luz das chamas, brilhando em âmbar. “É lindo. As palavras… são como um abraço.” Ela abriu uma página, deixou o dedo deslizar sobre as linhas. “Vamos ler um pouco. Juntos.” O dedo dela acariciou o papel, e Jonas não conseguiu evitar imaginar aquele dedo acariciando o pau dele, lenta e ternamente.

Jonas sentiu o pulso acelerar. Seu coração batia forte contra o peito, enquanto seu membro pulsava dentro da calça, quase dolorosamente duro. Ele se aproximou mais, seu ombro roçou o dela, e ele mal conseguia ignorar a pressão do pênis ereto. “Qual poema?” “Este. Sobre o amor.” Ela começou a ler, a voz suave e melodiosa. As frases fluíam como o crepitar do fogo. Jonas não ouvia apenas as palavras, mas o som da voz dela, o jeito como ela fazia as pausas, alongava as vogais. A proximidade dela era avassaladora. Ele podia sentir o cheiro do cabelo dela – baunilha e algo defumado, como incenso. Ele precisava tocá-la. Seu pau pulsava agora de forma inegável, a tensão na virilha se tornava quase dolorosa. Ele sentiu uma gota de pré-gozo escorrer da glande e molhar o tecido da cueca.

A mão dele pousou no braço dela, leve, hesitante. Ela parou, olhou para ele. “Sim?”, perguntou ela, e naquela única palavra havia um mundo inteiro de consentimento. Jonas se inclinou, seus lábios roçaram a bochecha dela, bem de leve. Ela virou a cabeça, suas bocas se encontraram. O beijo foi macio, questionador, depois mais exigente. Os lábios dela se abriram, cederam. Ele sentiu gosto de vinho tinto e do mel que ela tinha misturado no chá uma hora antes. A mão dele deslizou para a nuca dela, puxando-a para mais perto. Ela deixou o livro cair, ele bateu surdamente no tapete. Os dedos dela se cravaram na camisa dele, puxando-o para baixo. Ele sentiu a língua dela explorar a dele, e seu pau pulsou selvagemente, como se soubesse o que estava por vir. A umidade na cueca dele se espalhou, e ele podia sentir o gosto salgado do próprio pré-gozo na língua enquanto explorava a boca dela mais fundo.

Eles se separaram, sem fôlego. As bochechas de Mira estavam coradas, os lábios levemente inchados. “Quero sentir você”, sussurrou ela. As mãos dela encontraram a barra do suéter dele, empurrando-o para cima. Jonas ajudou, tirou a peça de roupa pela cabeça. Os dedos dela brincaram sobre o peito dele, traçando as linhas dos músculos abdominais. “Você é tão quente”, murmurou ela. Ele fechou os olhos, apreciando o toque dela, enquanto o pau dele dentro da calça pressionava contra o zíper como uma barra de ferro. Ele podia sentir as veias no próprio pênis pulsando, e a pressão se tornava insuportável. Então ele se levantou, puxando-a para cima com ele. “Vem.” Ele a levou até o sofá, sentou-se, com ela montada em seu colo. O couro era fresco sob as coxas dela, mas o calor do corpo dominava tudo. Ele sentiu a umidade através do tecido do vestido dela, diretamente sobre o pau duro dele. A boceta dela pressionava contra ele, e ele podia sentir o calor através das camadas de tecido.

Eles se beijaram de novo, mais profundamente agora. Jonas abriu o zíper do vestido dela, deixando-o deslizar pelos ombros. O tecido caiu, liberando os seios dela. Eles eram cheios, os mamilos já duros, como pequenas bagas esperando para serem colhidas. Ele pegou um na boca, brincou com a língua, chupou suavemente. Mira gemeu, as costas se arquearam, e a boceta dela pressionou contra o pau duro dele através da roupa. A mão dela foi para o cabelo dele, apertando-o contra si. “Jonas…”, murmurou ela, e o som do nome dele na boca dela era como uma oração. Ele sentiu o mamilo dela ficar ainda mais duro sob a língua, e o pau dele pulsou impacientemente, um solavanco que percorreu todo o corpo dele. Ele lambeu o mamilo dela, circulou com a língua, mordiscou levemente a ponta, e ela gemeu mais alto, o quadril se pressionando contra ele.

As mãos dele desceram mais, sobre a barriga dela, a curva dos quadris. Ele afastou o tecido da calcinha dela, deixou os dedos deslizarem pela fenda. Ela já estava úmida, quente. A umidade quase escorria pelos dedos dele, a boceta dela se abrindo para ele como uma flor. Ele mergulhou um dedo, e ela estremeceu quando ele encontrou o clitóris, massageando-o com movimentos circulares. A buceta dela era tão apertada, tão quente, que fez os colhões dele se contraírem de desejo. As paredes da vagina dela envolveram o dedo dele, puxando-o para mais fundo. Ele adicionou um segundo dedo, esticando-a, sentindo-a se contrair em torno dele. O suco dela escorria pelos dedos dele, quente e pegajoso. “Não tão rápido”, ofegou ela. “Quero sentir você também.”

Ela abriu o cinto dele, desabotoou a calça, envolveu o pênis dele através do tecido da cueca. Jonas soltou um gemido. A mão dela era firme, exigente, e apertava exatamente no lugar certo, como se sentisse cada veia do pau duro dele. Ela puxou a cueca para baixo, o membro dele saltou livre, grosso e túrgido, a glande brilhando com uma gota de pré-gozo. A haste era longa, as veias saltadas, e os testículos pendiam pesados e cheios por baixo. Ela o observou com um sorriso, depois se inclinou, pegou a glande entre os lábios. A respiração dele parou. A língua dela circulou a ponta, brincou com a abertura, lambeu o líquido que escorria como

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