L Lorotica O portal erótico multilíngue

Os Olhares da Cidade

Contos de Voyeurismo · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Às vezes me pergunto se sou um exibicionista ou apenas um idiota desgraçado que come a namorada num terraço enquanto algum estranho espia da janela em frente. Mas quando Julia coloca a mão na minha coxa, os dedos subindo devagar, com aquele sorrisinho safado, eu sei: ela não liga pra isso. Eu também não. Meu pau já tá duro antes mesmo dela me tocar, só pelo olhar dela, por esse jeito atrevido de apertar os lábios.

O primeiro olhar

Está quente para maio, o ar cheira a chuva de verão e churrasco do vizinho, mas a única coisa que sinto é Julia — seu perfume, seu suor, essa tensão excitante que emana dela. O vestido dela é fino, um tecido leve que desliza sobre a pele a cada movimento, deixando entrever as curvas do corpo. Vejo os mamilos dela através do tecido, duros e eretos, dois pequenos caroços que me atingem direto na virilha. Ela se inclina no parapeito, as mãos apoiadas atrás no pedra quente, e me olha com aqueles olhos que sempre prometem um pouco demais — escuros, úmidos, cheios de promessas silenciosas. “Ele está olhando o tempo todo”, diz baixinho, a cabeça ligeiramente inclinada, uma mecha caindo no rosto. Sigo o olhar dela. Três casas adiante, uma janela no primeiro andar. Um homem, talvez na casa dos quarenta, está ali, braços cruzados, queixo levemente erguido. Ele não faz menção de desviar o olhar. Seu olhar é ganancioso, descarado, e sinto meu pau ficar ainda mais duro só de imaginar que ele está assistindo.

“Vamos dar um show pra ele?”, pergunto, meio de brincadeira, mas a resposta de Julia é um beijo que não deixa dúvidas. Os lábios dela são macios e exigentes, a língua encontra a minha imediatamente, tem gosto de hortelã e do vinho tinto do jantar — doce e amargo ao mesmo tempo. A mão dela me puxa para perto, até sentir o calor do corpo dela através do tecido fino, os seios se pressionam contra o meu peito, e posso sentir os mamilos duros através do vestido, como se estivessem perfurando minha pele.

“Eu gosto que ele nos veja”, sussurra no meu ouvido. A respiração dela é quente, a voz é um arranhão rouco que vai direto pra minha virilha. “Isso me deixa com um tesão do caralho. Minha buceta já tá toda molhada, só por ele ficar nos encarando.”

Engulo seco. Meu pulso acelera, não só pela proximidade dela, mas pela ideia de ser observado. Sinto os olhares estranhos como um toque, um formigamento na pele que se espalha pelo corpo todo. Julia percebe minha excitação, sorri maliciosamente e dá um passo para trás. Devagar, muito devagar, ela puxa as alças do vestido sobre os ombros. O tecido cai — um som como um suspiro — e se amontoa no chão ao redor dos pés. Ela sai de dentro, nua exceto pela calcinha preta que abraça seus quadris. Os seios dela são perfeitos, cheios e pesados, os mamilos escuros e duros, e posso vê-los se eriçarem sob o olhar dele. O homem na janela não se mexeu, mas vejo seu olhar ficar mais intenso, como ele se estica para ver mais. A mão dele desce para dentro da calça, e posso imaginar o movimento sob o tecido, o leve roçar de pano na pele.

“Vira”, digo baixinho, e Julia obedece na hora. Ela se vira devagar, uma dançarina num palco invisível. Os quadris balançam, os seios se destacam contra o céu escuro, os mamilos duros marcando o tecido fino da calcinha. Posso ver o contorno da bunda dela, firme e redonda, e o tecido estica sobre a fenda. O homem se inclina para frente, o rosto perto do vidro, a respiração embaçando o vidro. Julia ri, um risinho baixo, e as mãos dela deslizam pela barriga, subindo até os seios. Ela acaricia os mamilos duros, circula-os com a ponta dos dedos, e vejo os mamilos se eriçarem sob o toque, vermelhos e inchados. Ela brinca com eles, aperta de leve, e um gemido baixo escapa. “É, pega nas minhas tetas”, geme, “elas estão tão sensíveis hoje.” O som é levado pelo vento, mas o homem vê o movimento dos lábios dela. A mão dele agora se move mais rápido dentro da calça, posso ouvir o leve som de masturbação enquanto ele estimula o próprio pau.

“Ele está se masturbando”, sussurro, e Julia estremece. “Sim”, ela suspira, “isso me deixa tão molhada. Posso sentir escorrendo. Minha buceta já está toda úmida, e eu quero que ele veja você me foder.” Ela se vira de novo, se inclina para frente e apoia as mãos no parapeito. A bunda dela se ergue, a renda preta esticada sobre os músculos firmes, uma visão que me deixa duro como pedra. Chego mais perto, passo a mão sobre o tecido. Ela se pressiona contra mim, e sinto a umidade que atravessou a calcinha, um calor que me atinge através do tecido fino. Empurro o tecido para o lado, e a fenda molhada dela brilha à luz dos postes distantes. Os lábios da vagina estão inchados, vermelhos e úmidos, e um fio fino gruda nas coxas dela, brilhando como pérolas. Passo um dedo pela umidade, ela estremece e geme mais alto. “É, bem aí”, murmura, a voz um gemido abafado. Meu dedo desliza facilmente pela fenda, sinto o calor, a umidade, e introduzo o dedo nela. Ela é apertada e quente, os músculos se fecham imediatamente ao meu redor, uma pulsação rítmica que me deixa quase louco. Ela se pressiona contra minha mão, me puxa mais fundo, e sinto os músculos massagearem meu dedo. “Faz”, ela diz, “me fode. Agora. Aqui. Na frente dele. Quero que ele veja você entrando em mim.”

As preliminares

Mas quero provocá-la primeiro. Quero ouvi-la implorar, quero que ela me diga o quanto precisa. Tiro a mão e a levo à boca dela. Ela abre os lábios e lambe meus dedos, prova o próprio gosto, a língua circulando devagar na minha pele. “Você tem um gosto incrível”, digo, e minha voz está rouca de desejo. Ela sorri maliciosamente e se ajoelha no chão de pedra. O mosaico do terraço é frio sob os joelhos, mas ela parece não notar — ou isso a excita ainda mais. Ela abre meu cinto, minha calça, e liberta meu pau duro. Ele está ereto e pulsante na frente dela, a glande brilhando úmida, uma gota grossa de pré-gozo escorrendo lentamente pela ponta. O olhar dela é ganancioso, a língua passa pelos lábios. Um último olhar para a janela: o homem não se mexeu, a mão ainda dentro da calça, a boca entreaberta, a respiração embaçando o vidro. Julia também vê e sorri. “Ele quer ver, quer ver,”

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi