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A última vela

Contos de Romântico · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Que porra estou fazendo aqui?, pensou Lukas, enquanto acendia a última vela na mesa. O cheiro de fósforo ainda pairava no ar, misturando-se ao perfume de cera quente e algo que parecia antecipação encharcada de suor. Ele, que sempre afirmara que romance era coisa para gente sem imaginação, estava agora em seu próprio apartamento, cercado por luz bruxuleante, esperando por uma mulher que conhecia há apenas três semanas. Três semanas em que ela o tirou completamente dos eixos – roubou seu sono, ocupou seus pensamentos, incendiou seu pau. Só de pensar nela, ele ficava duro, sentia o prepúcio esticar sobre a glande. Mas era exatamente isso que o atraía: o jeito dela de ver as coisas de forma diferente, de vê-lo de forma diferente. Como se fosse a única que enxergava através da fachada e reconhecia o bastardo safado por baixo, que só esperava para afundar na sua boceta molhada.

A campainha o arrancou dos pensamentos. Seu coração deu um salto quando ele abriu a porta. Ela estava lá, sob a luz do corredor, um sorriso nos lábios que tirava seu fôlego toda vez. Hoje usava um vestido escuro que abraçava suas curvas como uma segunda pele, e por baixo ele adivinhava as pontas duras de seus seios, pressionando o tecido. “Você colocou velas”, disse ela baixinho, enquanto entrava. A voz dela soava surpresa, mas não desagradável – como se tivesse descoberto um tesouro escondido nele. “Isso é… lindo.” Ela se virou para ele, e seus olhos brilhavam à luz das velas, profundos e cheios de segredos. “Eu queria fazer algo especial”, confessou ele, sentindo-se de repente inseguro, nu sob o olhar dela. Seu pau pulsava contra o zíper da calça, uma dor surda de excitação. “Vem, senta.”

A Surpresa

Ela se jogou no sofá, enquanto ele ia até a mesa e abria uma garrafa de vinho. A rolha saiu com um estalo suave, e o aroma tinto subiu pelo seu nariz. “Tenho uma surpresa para você”, disse ela, quando ele lhe estendeu um copo. O tom dela era brincalhão, mas ele percebia uma certa tensão – um peso espreitando sob a superfície. Ela enfiou a mão na bolsa e puxou um pequeno pacote envolto em veludo. “Para você.”

Lukas sentou ao lado dela. Seus dedos tremiam levemente enquanto ele removia o pano. Apareceu uma pequena corrente de prata com um pingente: uma chama bruxuleante, trabalhada em detalhes, como se realmente estivesse queimando. “Porque você me faz sentir como se uma luz ardesse dentro de mim, que nunca se apaga”, disse ela, e a voz quase falhou. “Quero que você sempre carregue isso com você.” Ele olhou para a joia, depois para os olhos dela, onde lágrimas brilhavam. Algo dentro dele se soltou – um muro que ele construíra por anos desmoronou naquele instante. Ele a envolveu com os braços, puxou-a para perto, enterrou o rosto no cabelo dela. Cheirava a baunilha e calor. “Eu te amo”, sussurrou ele, e as palavras soaram certas, pela primeira vez em muito tempo. Seu pau pressionava a coxa dela, e ele sentiu um leve sobressalto quando ela percebeu sua dureza.

A Aproximação

Eles se soltaram, mas suas mãos se encontraram. Lukas levou os dedos dela aos lábios e beijou um por um, sentindo o calor na pele. “Quero te sentir”, murmurou ele contra a pele dela. Ela assentiu, e ele se inclinou para beijar seu pescoço. Ela cheirava a baunilha e algo salgado, a ela – um cheiro que o enlouquecia. Seus lábios desceram, seguindo o decote do vestido, enquanto sua língua deslizava suavemente sobre a pele. Ela gemeu baixinho e deixou a cabeça cair para trás, oferecendo o pescoço como uma oferenda. As mãos dela se enterraram no cabelo dele, puxando de leve. “Devagar”, sussurrou ela, mas soou mais como um pedido do que uma ordem – uma súplica que o excitava ainda mais. Ele sentia suas bolas pesadas, a tensão se acumulando na virilha.

Ele se levantou e puxou-a para cima. Devagar, quase com devoção, abriu o zíper do vestido dela. O som rasgou o silêncio, e o tecido escorregou pelos ombros dela, caindo no chão. Ela estava diante dele, apenas com um sutiã de renda fina e uma calcinha que prometia mais do que escondia. À luz das velas, a pele dela parecia marfim polido, macia e quente. Ele se aproximou, colocou as mãos nos quadris dela e deixou-as descer até sentir o tecido da calcinha. “Você é tão linda”, disse ele, e quis dizer – cada palavra queimava na garganta. Ela corou, mas o olhar dela ficou preso nos lábios dele, sedento e faminto. Ele se inclinou e a beijou, fundo e exigente, enquanto as mãos agarravam a bunda dela e a apertavam contra si. Ele sentia o calor dela através do tecido fino, o coração dela pulsando contra o peito dele. Seu pau estava duro como aço entre eles, e ela se pressionou contra ele, um gemido baixo escapando dos lábios dela.

As Preliminares

Ele a carregou até o quarto, deitou-a sobre o lençol branco. A luz das velas entrava pela porta e pintava sombras nas paredes – silhuetas dançantes que espelhavam seus movimentos. Ele se deitou ao lado dela, sua boca encontrou o seio dela. Através do tecido do sutiã, ele lambeu o bico duro, sentindo-o eriçar sob a língua, até ela se contorcer debaixo dele. “Mais”, sussurrou ela, e os dedos dele encontraram o fecho. O sutiã se soltou com um clique, e os seios dela apareceram, firmes e quentes, os bicos rosados e duros. Ele pegou um na boca, chupou de leve, enquanto a mão acariciava o outro, acariciando a auréola. Ela gemeu, arqueou-se contra ele, oferecendo-se. Os dedos dela puxavam a camisa dele, e ele ajudou a tirá-la, quase a rasgando do corpo. Pele na pele, era o que ele queria – o calor dela, o tremor, o desejo. Ele sentia os quadris dela pressionando os dele, sentia o calor através do tecido fino da calcinha, um fogo que queimava sob sua pele.

A mão dele desceu, deslizou sob o elástico da calcinha. Ela estava molhada, pronta – o calor do meio dela o atingiu como uma onda. Quando ele passou o dedo sobre o clitóris, ela estremeceu e soltou uma respiração ofegante. “Sim, aí”, pediu ela, a voz rouca de desejo. Mas ele queria torturá-la por mais tempo, queria extrair cada som, cada movimento dela. Ele afastou a mão e deixou a língua percorrer a barriga dela, mais e mais fundo, até alcançar a borda da calcinha. Com os dentes, puxou o tecido para o lado e mergulhou a língua na fenda molhada dela. Ela tinha gosto salgado e doce ao mesmo tempo, e ele lambeu com avidez, como um sedento.

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