O cheiro de couro e mogno polido pairava pesado no ar, misturado com um toque de cedro e o odor quase imperceptível de suor. Felix estava no centro da sala, com as mãos frouxamente cruzadas nas costas, tentando esconder seu nervosismo. À sua frente, numa poltrona de couro fundo, estava sentada uma mulher a quem ele só conhecia como Madame Viktoria. Seu olhar era calmo, à espera, e em seus olhos escuros havia uma autoridade que não precisava de palavras. Seu pau já começava a endurecer dentro da calça, uma pulsação incontrolável que pressionava o tecido. A veia na parte de baixo pulsava selvagemente, e ele sentia a glande apertando contra o zíper, uma mancha úmida de gotas de prazer se espalhando. Ele podia sentir as batidas do coração na ponta do pau, um desejo surdo e urgente.

“Então você decidiu ter a primeira lição”, disse ela, sua voz um timbre aveludado que ecoava no silêncio da sala. Felix acenou com a cabeça, sem baixar o olhar. “Sim.” Madame Viktoria levantou-se lentamente, seu vestido preto abraçava sua figura como uma segunda pele. Ela se aproximou dele, circulou-o uma, duas vezes, seu perfume – uma mistura de jasmim e algo defumado – passava por ele. Seus dedos puxaram a cintura de sua calça, fazendo-o tremer. “Você sente como está ficando duro?”, sussurrou ela. Sua mão deslizou mais para baixo, pressionou contra o volume da calça, e ele gemeu quando os dedos dela envolveram o comprimento túrgido de seu pau. “Isso é bom. Eu gosto de homens que não escondem sua tesão. Seu pau já está tremendo, como se fosse explodir.” Ela apertou mais forte, massageou a vara dura através do tecido, e uma onda de gotas de prazer encharcou sua calça. “Devo tirá-lo para fora? Ou você quer primeiro sentir o que vou fazer com você?”
O Primeiro Toque
“Confiança”, disse ela, enquanto as pontas dos dedos deslizavam sobre a nuca dele, “é a base. Sem confiança, o poder não é nada. E o poder, Felix, está totalmente comigo.” Sua mão envolveu seu pescoço, não com força, mas com firmeza. Ela o conduziu até um banco de couro escuro que ficava no centro da sala. “Deite-se. De bruços.” Sua voz não admitia contestação. Ele obedeceu, seu coração batendo contra o estofamento de couro. O couro era frio sob suas bochechas. Ela amarrou seus pulsos com tiras macias nas laterais do banco, depois seus tornozelos. As amarras eram firmes, mas não dolorosas. “Você pode se soltar a qualquer momento”, sussurrou ela, com a boca perto de sua orelha. “Essa é sua segurança. Mas se fizer isso, a lição termina.” Felix engoliu em seco. “Eu entendo.” Seu pau pressionava duro contra o banco, uma pressão pulsante que quase o enlouquecia. A glande estava tão sensível que qualquer movimento contra o couro enviava um tremor eletrizante por seu corpo.
A mão dela passou lentamente por suas costas, sentindo as leves saliências de sua coluna. “Sua pele está quente”, murmurou ela, “e tensa. Isso me agrada.” Seus dedos viajaram até seus ombros, amassando suavemente os músculos contraídos. Felix soltou o ar baixinho, deixando-se afundar no toque. “Você está tenso”, continuou ela, “mas isso vai mudar. Confie em mim.” Ela se inclinou, seus lábios tocaram sua nuca, um beijo úmido e fugaz que o fez estremecer. Sua língua percorreu sua pele, uma longa e lenta lambida que o fez gemer. “Você tem gosto de sal e tesão”, sussurrou ela. “Quero mais disso.” Ela se endireitou, e o calor de seu corpo deu lugar ao ar frio da sala. Sua mão deslizou pelo lado dele, até seu quadril, e então ela apertou com força sua bunda, deixando os dedos deslizarem na fenda entre suas nádegas. “Você sente como sua bunda se contrai? Como ela se estica em direção à minha mão? Isso é entrega.” Felix gemeu alto, seu pau já gotejava saliva dentro da calça. “Sim, Madame.” Os dedos dela apertaram mais fundo, massagearam o anel sensível de seu cu, que se contraía e abria sob o toque. “Você é apertado”, sussurrou ela. “Tão lindamente apertado. Quero sentir você aí dentro quando te foder. Mas primeiro temos que amolecer sua bunda.” Ela puxou os dedos de volta, e ele sentiu o vazio como uma dor.
O Chicote de Couro
Madame Viktoria deu um passo para trás. Ele ouviu o tilintar baixo de metal, depois o som de couro cortando o ar. Um golpe leve e experimental atingiu suas costas, bem entre as omoplatas. Era mais um cócegas do que uma dor, mas o fez estremecer. “Respire”, disse ela calmamente. “Inspire na preparação, expire no golpe.” Ela repetiu o movimento, desta vez com mais força. Uma sensação de queimação se espalhou em sua pele, seguida por um estranho calor. Ele expirou, como ela havia dito. “Bom”, murmurou ela. O próximo golpe atingiu mais embaixo, na parte inferior das costas, e arrancou um gemido baixo de sua garganta. Doía, mas era uma dor clara e pura, sem medo. A mão dela passou sobre o local que ela havia atingido, e seu toque pareceu uma redenção. Ela amassou a pele avermelhada, deixou os dedos deslizarem na fenda de sua bunda, massageou o anel sensível. Felix arqueou as costas, seu pau pulsava selvagemente. “Você gosta disso, não gosta?”, gemeu ela. “Você gosta quando eu acaricio sua bunda enquanto você queima.” Os dedos dela apertaram mais fundo, um deslizou para dentro de seu cu, e ele gritou de surpresa e prazer. “Sim, Madame! Eu amo!” Ela o dedou lentamente, seu dedo se movia dentro dele enquanto a outra mão balançava o chicote e atingia sua bunda. Cada golpe fazia seu corpo tremer, e o dedo dela penetrava mais fundo, massageava sua próstata. Felix sentiu seu pau batendo contra o banco, um golpe duro e molhado que quase o levou ao clímax. “Ainda não”, sussurrou ela, e puxou o dedo de volta. “Você só goza quando eu mandar.”
Ela aplicou o chicote novamente, desta vez com uma sequência rítmica de golpes que banhavam sua pele num padrão de calor e dor. Felix sentiu sua respiração ficar mais profunda, seu corpo se abrindo para a sensação. “Você aprende rápido”, disse ela, sua voz baixa e reconhecendo. “Seu corpo está começando a entender.” Ela baixou o chicote e se inclinou sobre ele, seus seios roçaram suas costas. Seus mamilos duros pressionavam através do vestido fino em sua pele. “Você sente o calor fluindo através de você? Esse é o começo da entrega.” Sua mão deslizou sobre sua nádega, apertou suavemente, e ele gemeu baixinho. “Sim”, sussurrou ele. “Eu sinto.” Ela enfiou a mão entre as pernas dele, agarrou seu pau túrgido, que pressionava contra o banco. “Seu pau está s
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