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Jogo úmido de Laura no bar

Contos de Ménage · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Passo o polegar sobre a superfície lisa do meu celular, a mensagem de Laura ainda pisca na tela. “A fim de um jogo?”, ela escreveu, e meu pau pulsa imediatamente dentro da calça. Há vinte minutos, encontrei ela e a amiga Jana naquela bar mal iluminada que cheira a cerveja velha e perfume. Agora estou sentado entre elas num sofá de couro gasto, e Laura segura o celular como se fosse uma vela de fogo de artifício. A sala está cheia de conversas abafadas e tilintar de copos, mas só percebo elas. Os lábios de Laura brilham na luz fraca, e os dedos de Jana brincam com a borda do copo. O ar está denso de tensão. Minha respiração é superficial, e sinto meu pau pressionando contra o zíper, só de pensar no que pode acontecer. Sinto a ponta do meu membro duro roçando no tecido, e uma mancha úmida já se forma na minha cueca. O olhar de Laura desliza do meu rosto para a minha virilha, e ela sorri sabendo. Jana beberica seu copo, a língua deslizando lentamente pela borda, e eu imagino ela lambendo meu pau. O bar está cheio de gente, mas neste momento só existimos nós três.

O primeiro beijo

Jana ri baixinho, seus cachos loiros caindo no rosto. Ela é a mais quieta das duas, me observa com olhos escuros que veem mais do que revelam. “Então”, diz Laura, “você teve coragem de vir tomar uma cerveja com duas estranhas. Mas consegue encarar a prova de coragem?” Ela se inclina para frente, seu decote se desenhando sob o tecido fino, e posso ver a curvatura dos seios. Seus mamilos se marcam através do pano, duros e pontudos. Engulo seco. “O que eu preciso fazer?” Seus lábios estão perto do meu ouvido. “Me beija. Aqui. Na frente da Jana.” O ar no bar está denso, a música abafada. Não hesito nem um segundo. Minha mão encontra sua nuca, quente e macia, e a puxo para mim. Sua boca tem gosto de menta e algo doce. O beijo é explorador, depois ganancioso. Sinto o olhar de Jana sobre nós, mas isso só torna tudo mais intenso. A língua de Laura desliza sobre a minha, e quase esqueço que não estamos sozinhos. Abro mais a boca, chupo seu lábio inferior, e ela geme baixinho dentro da minha boca. Minha língua rodeia a dela, explora cada canto, enquanto puxo a língua dela para dentro da minha boca. Seus dedos se cravam no meu ombro, e um gemido baixo escapa dela. Eu a aperto mais contra mim, mergulho mais fundo na boca dela, enquanto a presença de Jana eletriza tudo. Minha mão desliza do pescoço dela para as costas, acariciando a coluna até alcançar a curva da bunda dela. Aperto-a mais contra mim, e ela pressiona os quadris contra os meus, sentindo meu pau duro através do tecido. Meu pau pulsa contra o zíper, e sei que ela sente. Minha língua rodeia a dela, chupa seu lábio inferior, e sinto o corpo dela tremendo contra o meu. A respiração dela fica mais quente, e percebo a mão dela descendo para minha virilha, só por um instante, só uma insinuação. Ela pressiona levemente contra meu pau, e eu me contraio sob o toque. Gemo dentro da boca dela, e ela sorri contra meus lábios.

Quando nos separamos, Laura está sem fôlego. Seu rosto está corado, seus lábios inchados e brilhantes do nosso beijo. “Bom”, diz ela, rouca. “Mas a prova de coragem de verdade ainda vem.” Ela pega a mão de Jana e a coloca na minha coxa. Os dedos de Jana hesitam, mas então ela pressiona a palma contra o tecido da minha calça jeans, bem em cima do meu pau duro. Respiro fundo quando o calor dela atravessa o tecido. “Queremos ver o que você sabe fazer”, sussurra Laura. “As duas.” As palavras giram na minha cabeça. Olho para Jana, me perguntando se isso tudo é um jogo. Mas o olhar dela é sério, curioso. Ela tem olhos escuros lindos, e vejo o desejo neles. “Topo, se vocês toparem”, digo, e minha voz sai mais rouca do que pretendia. A mão de Jana permanece na minha perna, e eu cubro com a minha, guiando-a mais para cima, direto para meu pau. Ela respira fundo ao sentir a dureza através do tecido, e Laura nos observa com olhos brilhantes. Guio os dedos de Jana ao longo do comprimento do meu falo, mostrando a ela como estou duro. Ela aperta, e eu gemo baixinho. “Vamos sair daqui”, diz Laura, acenando para o garçom. A voz dela está rouca de desejo. Mal consigo ficar parado, meu pau pulsando sob a mão de Jana, e sei que ela sente. Percebo a palma de Jana ficando úmida através do tecido, e só esse pensamento me deixa ainda mais duro.

O apartamento

Meia hora depois, estamos no apartamento de Laura. Janelas grandes que deixam entrar a luz neon da cidade. O espaço é minimalista, só um sofá, uma mesinha baixa, um tapete. Jana vai até a janela, se vira, e a luz desenha suas curvas. Vejo os seios se marcando sob a blusa, a cintura, a redondeza dos quadris. Laura me empurra suavemente para o sofá. “Então”, diz ela, “as regras: você pode tocar a gente, mas a gente diz quando avança. Você dá o tom – mas a gente define a melodia.” Ela sorri, e eu concordo. Meu coração martela contra as costelas enquanto absorvo as palavras dela. Jana se encosta no parapeito da janela, braços cruzados, mas o olhar está macio, e vejo os mamilos se marcando sob o tecido fino. Estão duros, botões pontiagudos pressionando o pano. “Começa”, sussurra ela. A voz dela é quase um sopro, mas ouço a expectativa nela.

Laura se senta montada no meu colo. A saia fina sobe, as coxas dela se pressionando contra meus quadris, e sinto o calor da boceta dela através do tecido fino da calcinha. Ela já está molhada, o pano úmido. Ela me beija de novo, mais fundo desta vez, enquanto as mãos dela deslizam para baixo da minha camisa. Os dedos dela estão frios na minha pele quente, mas esquentam rápido. Ela acaricia meu peito, meus ombros, e eu tremo sob o toque. Passo as mãos pelas costas dela, pelo tecido fino da blusa, pela curva da bunda. As nádegas dela são firmes e redondas, e eu as aperto enquanto ela geme dentro da minha boca. Minhas mãos deslizam para baixo da saia dela, e sinto a pele nua das coxas. Lisa, quente, e deslizo os dedos mais para cima até alcançar a borda da calcinha. Passo o dedo sobre o tecido esticado sobre a boceta molhada dela. Ela geme e se pressiona contra minha mão. Jana nos observa, parada com os braços cruzados. Mas as bochechas dela estão coradas, e a mão dela desliza inconscientemente para o próprio pescoço. Vejo os dedos dela passarem pela garganta, depois mais para baixo, sobre a clavícula. Ela

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