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Vinho entre rivais

Contos de Escritório · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Ela segurou o vinho contra a luz dos spots de teto, que banhavam o escritório aberto num azul pálido. O suco vermelho brilhava como sangue na luz neon, e eu pude ver sua laringe se mover quando ela deu um gole.

— Saúde, sua concorrente. — Seu sorriso era uma mistura de escárnio e reconhecimento genuíno. Seus dentes brilhavam molhados na luz neon, e eu podia ver o vinho tinto em sua língua enquanto ela o apreciava. Minha boceta se contraiu ao olhar seus lábios — cheios, vermelhos, úmidos.

Eu assenti, levantando meu copo. — Pela perdedora. — O vinho tinto tinha gosto de amora e um toque de couro — e do que estava por vir. Lá fora, a cidade já tinha mergulhado na noite, os faróis dos carros desenhando rastros de luz pelas fachadas. Aqui dentro, entre ilhas de mesas azuis de monitores, estávamos só nós duas. Duas mulheres que se enfrentaram o dia inteiro, e agora algo completamente diferente estava no ar. Senti minha boceta ficar molhada sob o tecido da minha calça, só de ver sua língua lambendo o vinho.

Ela tinha jogado o blazer sobre o encosto da cadeira, as mangas da blusa branca arregaçadas até os cotovelos. Sua pele era pálida, quase translúcida na luz artificial, e eu podia ver as finas veias azuis em seu pulso. — Você se saiu muito bem hoje — disse ela, deixando-se cair na poltrona ao meu lado. — Os números do terceiro trimestre — respeito. — Sua saia subiu com o movimento, e eu vi uma tira de pele nua em sua coxa. Meus dedos coçavam para tocá-la.

— Obrigada. Mas você conquistou o grande contrato. Isso pesa mais.

— Talvez. — Ela bebeu, lambeu uma gota do lábio inferior. Sua língua deslizou lentamente sobre o líquido vermelho, e eu senti algo se contrair no meu ventre. Um formigamento quente que desceu direto para minha boceta. — Ou talvez sejamos apenas competitivas demais. O dia inteiro só números, prazos, quem fez a melhor apresentação. — Sua voz ganhou um tom suave, quase vulnerável. — A gente esquece que existe outra coisa.

Senti algo se soltar dentro de mim. Um formigamento que desceu do meu ventre para baixo, direto entre minhas pernas. Minha boceta ficou molhada ao imaginar seus dedos me tocando. — O que você quer dizer?

— Que somos apenas humanas. Com… necessidades. — Ela me olhou, e seu olhar ficou preso na minha boca. Eu pude ver suas pupilas dilatarem, sua respiração ficar mais superficial. Meu pulso começou a acelerar, e senti minha boceta ficar ainda mais molhada, só com aquele olhar. O tecido da minha calcinha já grudava nos meus lábios vaginais.

— Necessidades? — repeti, e minha voz saiu mais rouca do que pretendia. O vinho parecia de repente muito mais quente na minha garganta. Imaginei sua língua entre minhas pernas.

— Sim. — Ela largou o copo, inclinou-se para a frente. — Por exemplo, a necessidade de sentir que se está viva. Que existe mais do que essa rotina de escritório. — Sua mão pousou no meu joelho, leve, como se testasse se eu ia recuar. Não recuei. Em vez disso, senti o calor dos dedos dela através do tecido fino da minha calça, enquanto ela desenhava círculos lentos na minha coxa. A pressão era suave, mas eu sentia cada nervo da minha pele despertar.

— Estou te sentindo — sussurrei. Minha boceta se contraiu, e apertei levemente as coxas para aumentar o atrito.

— Bom — respondeu ela, e sua mão subiu mais. Seus dedos roçaram o tecido, cada vez mais perto da minha virilha. Eu podia sentir o calor da palma da mão dela através do tecido da minha calça, e minha boceta ficou ainda mais molhada.

O Toque

Seus dedos deslizaram lentamente sobre o tecido da minha calça, desenhando círculos na minha coxa, cada vez mais perto da minha virilha. Eu respirava superficialmente, o calor da mão dela penetrando o tecido fino, e sentia minha boceta se contrair sob seu toque. Um arrepio percorreu minhas costas quando a ponta do dedo dela roçou a borda externa dos meus lábios vaginais, ainda através da calça. — Tudo bem? — perguntou ela, e eu assenti, incapaz de emitir som. Minha garganta estava apertada de desejo.

Ela se aproximou, até seu ombro tocar o meu. Seu perfume — algo com bergamota e um toque de baunilha — se misturou ao cheiro do vinho e ao suor que agora brotava na minha pele. Virei a cabeça, olhei nos olhos dela, agora escuros e dilatados, como os de uma mulher que sabia exatamente o que queria. — Já imaginei isso várias vezes — confessei baixinho. Minha voz tremia, e eu sentia meus mamilos endurecerem sob a blusa.

— O quê?

— Você. Aqui. Como seria se… esquecêssemos a rivalidade. — Eu não conseguia mais engolir a saliva. — Como seria sentir suas mãos em mim. Sua língua na minha boceta.

Ela sorriu, um sorriso genuíno desta vez, sem a aspereza habitual. — Eu também. Sempre que você argumenta com tanta confiança nas reuniões, penso: O que estará por trás dessa fachada? Qual será o gosto da sua boceta quando eu a lamber. Se você geme quando eu te fodo. — Sua mão subiu mais, até a barra da minha calça. Ela puxou o tecido, deslizou os dedos por baixo. O primeiro toque na pele nua me fez estremecer, um choque elétrico que percorreu todo o meu corpo. Seus dedos estavam frios na minha pele quente, e eu senti minhas nádegas se tensionarem sob seu toque.

Inclinei-me para a frente, segurei o rosto dela com as duas mãos. Nossas bocas se encontraram, primeiro hesitantes, depois exigentes. Seus lábios eram macios, tinham gosto de vinho e um toque de sal — e de algo mais profundo, algo que me enlouquecia. A ponta da minha língua percorreu sua arcada dentária inferior, e ela abriu a boca, deixou-me entrar. O beijo ficou mais profundo, mais intenso. Nossas línguas lutavam entre si, e eu senti a mão dela na minha nuca, me segurando, enquanto a outra continuava a deslizar pela minha coxa, direto para minha boceta molhada. Seus dedos encontraram o cós da minha calça e se enfiaram por baixo, roçando o tecido da minha calcinha.

Nos separamos por um instante, ofegantes. — Não aqui — sussurrou ela. Sua voz estava rouca de desejo. — A sala de reuniões. Porta de vidro. Mas de dentro não se vê nada quando a luz está apagada. — Ela se levantou, puxou-me com ela. Seus dedos se entrelaçaram aos meus, guiando-me pelo labirinto de mesas e poltronas. Eu podia ver sua bunda na calça justa, como se movia a cada passo, as curvas que se desenhavam sob o tecido, e minha boceta ficou ainda mais molhada só de pensar.

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