A garrafa de champanhe estava fria na mão de Lena, o prata brilhava sob a luz da lua enquanto ela encontrava o equilíbrio no parapeito da varanda. Nenhuma hesitação, nenhum olhar para baixo – apenas o peso do corpo pesado e o júbilo das amigas às suas costas. “Eu consigo”, disse ela, as palavras uma promessa para si mesma. Era sua despedida de solteira, e ela havia jurado a si mesma que não quebraria nenhuma regra. Mas esta noite pertencia somente a ela – seu corpo, seu prazer, sua decisão.

O apartamento ainda pulsava, um mar de serpentinas e risadas. Marie, sua melhor amiga desde a infância, apertou-se ao lado dela, os olhos arregalados e brilhando de adrenalina. “E se você não conseguir?”, perguntou ela, o sorriso cravado fundo em suas bochechas. “Então você paga a próxima rodada.”
Lena balançou a cabeça, os cabelos voando ao vento noturno. “Eu consigo.” Ela se ergueu, os calcanhares firmes no metal frio, as mãos soltas em volta do gargalo da garrafa. As outras prenderam a respiração quando ela soltou a rolha – um estalo agudo que perfurou a escuridão, e o champanhe jorrou sobre seus dedos, escorrendo pelo pulso. Ela saltou de volta para a sala, o vestido colado às coxas, molhado e pesado, o tecido transparente sobre sua pele.
Marie lhe estendeu uma toalha, o toque um relâmpago fugaz que endureceu os mamilos de Lena. “Você é louca”, sussurrou ela, e sua voz tremia.
“Esta é minha última noite livre”, disse Lena, enquanto se enxugava, a toalha esfregando suas coxas molhadas. “Amanhã serei uma esposa exemplar.” As palavras tinham um gosto estranho em sua língua, como frutas proibidas.
A festa se arrastou, os copos ficaram mais vazios, as vozes mais altas, até que só restaram três: Lena, Marie e um homem chamado Felix. Felix era o irmão do noivo de Lena, com um sorriso torto e mãos que constantemente faziam gestos, como se agarrassem coisas invisíveis. Ele tinha passado a noite inteira encolhido num canto, uma cerveja na mão, observando. Seus olhos seguiam cada movimento, mas ele dizia pouco. Seu olhar ficava preso no vestido molhado de Lena, nas curvas que se delineavam por baixo.
“Menage”, disse Marie de repente, fitando seu smartphone. “Uma prova de coragem para a noiva.” Ela ergueu a tela, a lista brilhava na luz azul: “Menage com um estranho. Pontos: 100.”
Lena riu, mas o riso ficou preso em sua garganta enquanto uma onda quente disparava pelo seu baixo-ventre. “Agora ficou absurdo.”
“Absurdo é bom”, disse Marie. Seu olhar vagou para Felix, que ergueu as sobrancelhas. “Só temos um candidato.”
“Sou só o irmão”, disse ele, mas sua voz não soava defensiva, e sim rouca e interessada. Sua mão passou pelo cabelo, como se ele estivesse se preparando.
“Melhor ainda”, disse Marie. “Sem sentimentos, só diversão.” Sua língua passou pelo lábio inferior, devagar, quase provocante.
Lena sentiu o calor em suas bochechas, um formigamento que descia mais fundo, direto para sua boceta. Ela olhou para Felix, que a examinava sem piscar, como se estivesse avaliando seu peso, seus seios, seus quadris. “Não sei”, disse ela baixinho, e as palavras pareceram uma confissão, como o convite que ela realmente queria dizer.
“Medo?”, perguntou Marie, aproximando-se, sua mão no braço de Lena, os dedos leves, mas exigentes. “Você se pendurou do quarto andar ainda agora – isso aqui é inofensivo.”
“Aquilo foi diferente.” A voz de Lena tremia, mas seus mamilos estavam duros sob o vestido, e ela sentia sua boceta ficar molhada, um desejo úmido que se acumulava entre suas coxas.
“Não, não foi”, disse Marie, colocando-se bem ao lado dela, seus ombros se tocando. “É só uma noite. E se formos fazer, vamos fazer direito.” Sua mão pousou no braço de Lena, leve, mas firme, e ela a puxou para perto, até que seus seios quase se tocassem.
Felix largou a cerveja, mas continuou sentado, os braços no encosto, as pernas abertas, um convite. Sua ereção era claramente visível, um arco duro sob a calça jeans. Seu olhar vagou de Lena para Marie, como se as estivesse pesando, despindo seus corpos em sua mente. “Eu saio fora se vocês quiserem.” Mas ele não fez menção de ir embora.
Lena respirou fundo, o álcool zumbindo em seu sangue, mas sua mente estava clara. Ela olhou para Marie, que a conhecia desde o jardim de infância, que a amparou quando sua mãe morreu, que nunca lhe pediu nada – exceto hoje. “Ok”, disse Lena. “Mas fazemos do meu jeito.”
Marie assentiu lentamente, seus dedos acariciaram o pulso de Lena, um toque suave que fez o pulso de Lena disparar. Felix se levantou, seus passos silenciosos no tapete. “Quais regras?” Sua voz era grave e calma, como água na noite, mas cheia de promessas.
“Sem nomes, sem apelidos carinhosos, sem beijos na boca”, disse Lena, sua voz firme, embora seu coração martelasse. “E paramos quando alguém disser que já chega.”
“Concordo”, disse Felix. Sua voz soou rouca, quase gananciosa, e ele se aproximou, sua respiração quente na bochecha de Lena. “Sem beijos na boca – mas todo o resto?”, perguntou ele, seus olhos brilhando.
“Todo o resto”, sussurrou Lena, e as palavras queimaram em sua língua.
Marie pegou a mão de Lena e a conduziu para o quarto. A cama ainda estava com lençóis frescos, o cheiro de lavanda pairando no ar, pesado e doce, mas a mente de Lena já estava cheia de imagens sujas. Ela despiu Lena, devagar, como se fosse um ritual. O vestido caiu no chão, um sussurro sedoso, depois o sutiã, a calcinha. Lena ficou nua diante dela, a pele pálida sob a luz da lua, os seios pesados e os mamilos já duros, como pequenos botões rijos. Marie tocou seu ombro, acariciou a curva de seu seio, a linha de sua cintura. “Você é linda”, sussurrou ela, e seus dedos deixaram um rastro de arrepios que endureceram ainda mais os mamilos de Lena.
Felix tinha parado na moldura da porta, uma sombra contra o corredor claro. Ele se despiu sem pressa, cada movimento consciente. Seu peito era liso, os músculos brilhando na penumbra. Ele tinha um corpo esguio, mas ombros largos, e quando deixou a calça cair, sua ereção era claramente visível, longa e pesada, o pau duro, a glande vermelha-escura de desejo, um eixo grosso que pulsava diante dos olhos de Lena. Ela sentiu sua boceta ficar ainda mais molhada, um formigamento quente que deixava seus lábios vaginais pegajosos.
Marie se virou e colocou as mãos nos quadris de Lena. Ela a empurrou suavemente para a cama, o colchão cedeu, fresco e macio. Lena se deixou cair, o olhar fixo no teto, enquanto Marie subia na cama atrás dela. Seus lábios encontraram o pescoço de Lena, beijos suaves que pareciam
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