A lembrança da voz dele era a única coisa que a sustentara nas noites sem dormir. Agora, parada diante da porta do hotel, cada uma daquelas ligações parecia um sonho prestes a estourar. Seu coração batia tão alto que ela tinha certeza de que ele poderia ouvi-lo através da porta. Ela pressionou a maçaneta, a palma da mão encharcada de suor de excitação.

Ele estava lá. Maior do que ela imaginara, e com um sorriso que amoleceu seus joelhos. “Oi, você”, disse ele baixinho, e seus braços se abriram. Ela viu imediatamente o volume em sua calça, grosso e inconfundível, e ficou quente entre as pernas.
O Primeiro Toque
Ela caiu em seus braços, sentindo o calor do corpo dele através do tecido fino do vestido. As mãos dele pousaram em suas costas, puxando-a para mais perto, até que ela sentiu as batidas do coração dele contra o peito dela. “Não acredito que você está realmente aqui”, sussurrou ela em seu ombro. Ele cheirava a sândalo e algo fresco, como vento depois de uma tempestade. Ela pressionou os quadris contra ele e sentiu o pau duro dele cutucando através do tecido. Um arrepio de prazer percorreu seu corpo.
Ele se afastou um pouco, olhou nos olhos dela. “Posso te beijar?” A pergunta dele era séria, como se ele tivesse medo de assustá-la. Ela assentiu, e a boca dele encontrou a dela. Não foi um beijo suave – era uma fome que se acumulara por meses. Os lábios dele se pressionaram contra os dela, exigentes, enquanto a língua dele explorava sua boca. Ela sentiu gosto de café e dele, um gosto que a viciou instantaneamente. A língua dele brincou com a dela, chupou seu lábio inferior, enquanto as mãos dele desciam mais. Ela sentiu os dedos dele se enterrarem em suas nádegas, pressionando-a firmemente contra o pau duro dele. Um gemido baixo escapou dela quando ela sentiu o comprimento e a grossura através do tecido.
A Linguagem das Mãos
As mãos dele deslizaram de suas costas para seus quadris, cavando nas curvas. Ela sentiu ele a pressionar contra si, e a dureza em sua calça era inegável – um eixo grosso e longo cutucando sua barriga. Um gemido baixo escapou dela quando ele fez seus quadris girarem. “Esperei tanto por esse momento”, murmurou ele contra os lábios dela. “Você é ainda mais linda do que nas fotos.” As palavras dele a deixaram ainda mais molhada, e ela sentiu sua boceta começar a pulsar de umidade.
Ela não respondeu, mas o puxou para dentro do quarto, empurrando a porta com o pé. Seus dedos encontraram a barra da camisa dele, puxando-a para fora da calça. A pele nua por baixo estava quente, os músculos se contraindo sob seu toque. Ela deixou as mãos deslizarem sobre o peito dele, os pelos finos sob suas pontas dos dedos. Ele fechou os olhos, respirou fundo. “Quero sentir você”, sussurrou ela, enquanto seus dedos acariciavam os mamilos dele, que se enrijeceram sob seu toque. Um gemido baixo escapou dele, e ela sentiu as mãos dele deslizarem por seu pescoço, sobre suas omoplatas, descendo por sua coluna. Cada toque era uma promessa, cada movimento uma dança de expectativa. Ela deixou a mão descer mais, sobre o umbigo dele, até alcançar o cinto da calça. Com dedos trêmulos, ela o abriu, deslizou o zíper para baixo, e sua mão deslizou para dentro da cueca dele. O pau dele estava quente e duro, a cabeça já úmida de tesão. Ela o envolveu, sentindo a veia grossa pulsando na lateral, e começou a deslizar para cima e para baixo lentamente. “Porra”, gemeu ele, a cabeça caindo para trás. “Continua. Assim mesmo.”
Ela deixou a mão deslizar por todo o comprimento, sentindo ele ficar ainda mais duro sob seu toque. O pau dele era tão grosso que seus dedos mal conseguiam envolvê-lo, e ela imaginou como seria dentro da boceta dela, como ele a preencheria. O pensamento a deixou ainda mais molhada, e ela sentiu sua boceta começar a pulsar de desejo. Ela fez o polegar circular a cabeça, que estava úmida e lisa, e ele gemeu alto. “Se você continuar assim, vou gozar agora”, ofegou ele. “Mas quero gozar dentro de você primeiro. Quero te foder até você gritar.”
A Desnudação
Ele a virou, pressionou-a suavemente contra a parede. Os lábios dele desceram da boca dela pelo pescoço, mordiscando sua clavícula. Ela jogou a cabeça para trás, oferecendo mais área. As mãos dele encontraram o zíper do vestido dela, hesitaram por um momento. “Posso?” Ela assentiu, e o zíper deslizou, o tecido caindo de seus ombros. O vestido se amontoou aos pés dela, e ela ficou apenas de calcinha fina e sutiã que prometia mais do que escondia. A calcinha já estava transparente, uma mancha escura na frente mostrando o quanto ela estava molhada. Ele sorriu quando viu. “Você já está pingando”, disse ele, a voz grossa e rouca. “Bom. Assim vai ser mais fácil.”
Ele deu um passo para trás, deixando o olhar percorrê-la. “Meu Deus”, sussurrou ele. Os olhos dele estavam escuros, as pupilas dilatadas. Ela se sentiu nua sob o olhar dele, mas não vulnerável – não, ela se sentiu poderosa. Ela pegou a mão dele, guiou-a até o fecho do sutiã. Com um movimento hábil, ele o abriu, e a peça caiu no chão. Os seios dela apareceram, os mamilos já duros de frio e excitação. Ele deixou as mãos deslizarem sobre os seios dela, envolvendo-os suavemente, massageando-os com movimentos circulares. O polegar dele roçou o mamilo dela, e um arrepio de prazer a percorreu. “Você é tão linda”, sussurrou ele, enquanto se inclinava e levava um mamilo à boca. A língua dele o brincou, chupou até ficar duro e pontudo. Um choque de prazer a atravessou quando ele mordiscou suavemente com os dentes. “Sim, assim mesmo”, gemeu ela. “Pega meus peitos na boca. Chupa eles.”
A mão dele desceu pela barriga dela, por baixo da calcinha, e os dedos encontraram-na molhada e pronta. Ele acariciou os lábios vaginais dela, já inchados de desejo, e mergulhou um dedo na boceta dela. Um gemido alto escapou dos lábios dela quando ele penetrou fundo. “Você é tão apertada”, sussurrou ele. “Tão molhada e apertada. Mal posso esperar para enfiar meu pau em você.” Ele moveu o dedo dentro dela, massageando a parede interna, enquanto o polegar circulava o clitóris dela. “Sim, aí mesmo”, ofegou ela. “Me fode com os dedos. Me acaba.” Ele obedeceu, adicionou um segundo dedo, esticando-a enquanto penetrava mais fundo. Ela sentiu os músculos se fecharem em torno dele, o orgasmo se acumulando. “Vou gozar”, gemeu ela, mas ele puxou os dedos para trás. “Ainda não”, disse ele, o sorriso malicioso. “Quero que você goze no meu
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