O cheiro de asfalto quente e pradaria seca entra pelas janelas abertas do velho Cadillac. Lena encosta a cabeça no vidro frio, sente a leve vibração do motor através do banco. Ao lado dela, Felix, os dedos soltos no volante, os olhos fixos na estrada sem fim. Há cinco horas que atravessam a vastidão de Nevada, o sol se põe lentamente num turbilhão de laranja e violeta. O ar é pesado, úmido, cheio de uma tensão não dita.

Lena o observa pelo canto do olho: o jeito como ele abre ligeiramente a boca quando está concentrado, como a mão dele passa impacientemente sobre o couro do volante. Eles se conhecem há três anos, passaram noites inteiras falando ao telefone, tateando entre dúvidas e esperanças. Mas nunca estiveram sozinhos. Nunca tão perto. O coração dela acelera quando sente a mão dele na sua coxa. Os dedos dele são quentes, as veias sob a pele são visíveis, e ela treme sob aquele toque simples e eletrizante.
Felix pega a mão dela, coloca-a sobre a coxa dele. A pele dele é quente, os músculos abaixo tensos. “Lena”, ele diz baixinho, a voz rouca de desejo, “eu quero você. Agora. Aqui.” Os olhos dele estão escuros, o olhar intenso, como se pudesse perfurá-la. Ela ouve o tremor na voz dele, que ele segurou por tanto tempo, e o sexo dela se contrai.
A Decisão
Lena engole em seco. O coração dela bate forte contra as costelas enquanto ela olha para as colinas desertas. Nenhum outro carro à vista. O crepúsculo cai como um véu sobre a terra. “Aqui?” A voz dela sai rouca, quase sufocada, enquanto sente a calcinha na sua calça jeans apertada, já ficando molhada.
Felix manobra o carro para o acostamento, deixa o motor ligado. O silêncio é pesado, apenas o zumbido baixo do motor e a própria respiração deles. Então ele se vira para ela, pega o rosto dela em ambas as mãos. Os olhos dele estão escuros, a respiração quente nos lábios dela. “Eu quero você por inteiro. Não de novo só beijos que gritam por mais. Eu quero sentir você. Eu quero sentir seu pau molhado na minha língua, sua buceta em volta do meu pau.”
Lena acena com a cabeça, um pacto silencioso entre eles. Eles sobem para o banco traseiro largo, o estofamento range sob o peso deles. O ar está denso com o cheiro de couro e gasolina, misturado com o suor de ambos, a tensão elétrica. Ela sente a buceta pulsando, a umidade se acumulando entre as pernas dela.
A Descoberta
As mãos dele encontram a nuca dela, puxam-na para mais perto. O primeiro beijo é suave, quase hesitante, uma pergunta. Os lábios de Lena se abrem, ela sente gosto de sal e algo doce da Coca que beberam uma hora atrás. A ponta da língua dele passa pelo céu da boca dela, um arrepio que dispara direto para o sexo dela. Ela sente os mamilos endurecerem, a umidade entre as pernas aumentar.
Ela enterra os dedos no cabelo dele, aperta-se mais contra ele. O espaço apertado do carro os força a se aninharem um no outro. Felix desabotoa a blusa dela, um botão de cada vez, com uma lentidão que a enlouquece. O ar frio atinge a pele dela, arrepios se espalham como fogos de artifício. Os seios dela estão firmes, os mamilos eriçados, e ela pode ver o olhar dele fixo neles.
Ele empurra o tecido para o lado, abaixa a cabeça e pega o mamilo dela na boca. Lena ofega, aperta a cabeça dele com mais força contra si. A língua dele brinca com a ponta dura, uma sucção suave que envia ondas de prazer pelo corpo dela. Ela sente a umidade subir entre as pernas, o tecido da calcinha ficar molhado. Ela pode sentir o cheiro – o próprio cheiro quente e úmido dela, se espalhando no espaço apertado.
“Felix”, ela sussurra, o aperto no cabelo dele mais firme. “Eu preciso de você. Preciso da sua língua na minha buceta.”
Ele levanta a cabeça, olha para ela, um sorriso brincando nos lábios dele. “Você é tão linda quando está excitada. Seus mamilos estão tão duros, sua pele tão quente.” A mão dele desce mais, acaricia a barriga dela, a parte interna das coxas dela. Lena estremece sob o toque dele, tão suave e ainda assim tão exigente. Ela sente a buceta pulsando, ansiando por mais. Os lábios vaginais dela estão inchados, o clitóris duro, e cada toque através do tecido da calça jeans é uma tortura.
Felix se inclina, beija o pescoço dela, chupa suavemente o ponto sensível atrás da orelha dela. Um gemido escapa dela, e ela se pressiona contra ele. As mãos dele deslizam por baixo da calcinha dela, acariciam a buceta molhada dela. Ela está pronta, tão pronta. Os dedos dele encontram os lábios vaginais inchados dela, deslizam pela umidade, massageiam o clitóris. Lena ofega, levanta os quadris.
“Eu quero te provar”, ele murmura, desliza para baixo, beija a barriga dela, os quadris dela. Lena levanta os quadris quando ele puxa a calcinha dela para o lado e abaixa a cabeça entre as pernas dela. A primeira investida da língua dele é uma revelação – quente, hábil, direto no clitóris dela. Ela ofega, enterra os dedos no cabelo dele. Ele lambe ela, chupa suavemente, mergulha dentro dela enquanto o nariz dele pressiona o clitóris dela. O prazer sobe, uma onda que se acumula. A língua dele circula o clitóris dela, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, enquanto os dedos dele penetram a boceta molhada dela, esticando-a.
“Ah, Felix”, ela geme, a respiração ofegante. “Não para. Lambe minha buceta, me faz gozar.”
Ele obedece, acelera o ritmo, a língua dele circula, pressiona contra ela. Ela sente que está chegando lá, tudo se contraindo. Então explode – um orgasmo que a sacode, que a faz gritar. A buceta dela se contrai, as paredes se apertam em volta dos dedos dele enquanto ela se pressiona contra o rosto dele. Felix continua chupando, prolongando as contrações, até que ela fica deitada exausta, o coração disparado, o corpo tremendo.
Ele se endireita, o queixo brilhando com ela, os lábios úmidos. “Você tem um gosto tão bom. Tão doce e molhada. Eu poderia te lamber a noite toda.”
A Preparação
Ele se endireita, olha nos olhos dela. “Eu quero tanto te ver, Lena. Por inteiro.” Ele abre o cinto dela, o botão do shorts dela, puxa o zíper para baixo. Ela levanta os quadris, ajuda ele a remover a peça de roupa, até que ela está só de calcinha e blusa aberta. A pele dela brilha na luz fraca do painel, os seios dela estão firmes, os mamilos eriçados.
Felix engole em seco, a garganta dele se move. “Você é linda demais. Seus peitos, sua pele, sua buceta molhada.” A mão dele pousa na barriga lisa dela, desce, acaricia a pele macia sobre a calcinha. Lena treme sob o toque dele, tão suave e ainda assim tão exigente.
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