L Lorotica O portal erótico multilíngue

A Máscara do Toque

Contos de Estranhos · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

A máscara de veludo grudava nas têmporas de Lena, pegajosa de suor e do calor abafado do salão de baile. Ela subiu o último degrau, os dedos tremendo levemente. Atrás da pesada cortina de brocado, o salão pulsava: risadas estridentes ecoavam contra o teto de estuque, violinos tocavam uma polonaise, taças de champanhe tilintavam. Ela estava farta dos floreios educados, dos olhares que examinavam por baixo de máscaras de porcelana, que avaliavam seus seios, cobicavam sua bunda. Uma lufada de ar fresco no terraço — era tudo o que queria. Mas o destino, essa puta, tinha outros planos.

Ele estava encostado na balaustrada, sua silhueta um corte de faca contra o céu negro como tinta. Sua máscara — veludo preto, uma pena de prata que tremia ao vento noturno — escondia metade do rosto. Quando ouviu seus passos, virou-se. Ela viu seu sorriso antes de reconhecer seus olhos: cinzas, com pontinhos dourados que captavam a luz fraca dos lampiões, como um predador fixando a presa. Sua mandíbula era angular, os lábios cheios e levemente abertos, como se já pudesse saboreá-la.

“Fugindo?” A voz dele era grave, um barítono aveludado com um tom áspero que deslizava pela espinha dela e ia direto entre suas pernas. Ela sentiu um puxão na boceta, uma pulsação úmida que não conseguia ignorar.

“Estou tentando.” Ela se apoiou ao lado dele, a balaustrada fria sob a ponta dos dedos. Jasmim e terra úmida subiam do jardim, misturando-se ao perfume pesado vindo do salão. Mas o cheiro que realmente a envolvia era o dele: almíscar, uísque, algo selvagem, animal. Sua boceta se contraiu, uma pulsação faminta e molhada.

“O ar lá dentro está denso de desejos secretos”, disse ele. “Aqui fora é mais claro. Mais real.” Ele se virou para ela, seu ombro roçando a pele nua dela. O toque foi elétrico, uma faísca que disparou direto para a barriga dela. O tecido da manga era áspero, mas o calor dele atravessava, deixando seus mamilos duros sob a seda fina do vestido.

Ela o examinou. A máscara escondia metade do rosto, mas o queixo era angular, os lábios cheios, uma cicatriz fina descia do canto da boca e sumia na gola da camisa. Ela se perguntou como aquela cicatriz tinha surgido, mas seus pensamentos foram rapidamente substituídos por outra imagem: como aqueles lábios cheios lamberiam sua xota. “Você está sozinho aqui?” Sua voz estava rouca, cheia de desejo não dito.

“Com um amigo. Mas ele encontrou uma dançarina.” Ele ergueu o copo, bebericou, o olhar fixo nos lábios dela. “E você?”

“Vim com um grupo. Mas há mais casais do que solteiros.” Ela riu baixinho, um som contido que se perdeu no silêncio. Seus dedos apertaram a balaustrada enquanto sentia o desejo úmido entre as pernas, espalhando-se como um filme pegajoso.

“Então somos ambos os fugitivos.” Ele colocou o copo no parapeito e se aproximou. A manga roçou o braço nu dela — o tecido áspero, o toque elétrico. Ela sentiu os pelinhos da pele se arrepiarem. “Você gosta de dançar?”

“Não as danças daquele salão.” Ela balançou a cabeça, os cachos dançando ao redor do rosto. Podia sentir a calcinha já encharcada, pronta para ele.

“Eu também não. Mas existem outros movimentos.” A mão dele encontrou a cintura dela, leve, questionadora. Ela não recuou. Em vez disso, virou-se para ele, deixando os dedos pressionarem o tecido do vestido, sentindo-o esticar. Sua respiração ficou mais curta quando sentiu a pressão da mão dele no quadril. Ele a puxou para perto, até os seios quase tocarem o peito dele. Ela podia sentir o calor do corpo dele através da seda fina, e seus mamilos, duros como pedrinhas, praticamente perfuravam o tecido.

“Por exemplo?” Seu hálito prendeu quando ele a puxou para mais perto. Seus seios se pressionaram contra o peito dele, e ela sentiu o pau duro dele através da calça, uma pressão grossa e comprida contra a virilha dela. Seu corpo inteiro tremia de desejo.

“Por exemplo, como os quadris balançam no ritmo da música — mas sem forçar. Como a mão desce pelas costas e encontra a curva suave sobre a bunda.” Os dedos dele traçaram o caminho, devagar, firmes o bastante para ela sentir cada pressão através do tecido. Ela fechou os olhos, deixando-se guiar pelo toque. A mão dele deslizou mais para baixo, sobre o tecido do vestido, até agarrar a nádega dela e apertar com força. “Ou como a boca explora o pescoço, o pulso sob a pele.” Os lábios dele se aproximaram da orelha dela, o hálito roçando o lóbulo. A ponta da língua deslizou pela pele, e ela gemeu baixinho.

Sua mente desligou. “Você é direto.” A voz dela era pouco mais que um sussurro, mas não tremia. Tremia de pura ganância.

“Por que perder tempo com táticas? Esta noite não somos ninguém. Apenas corpos que se encontram.” A mão dele subiu da cintura para a escápula, depois desceu de novo, um movimento suave e constante que fazia a pele dela arder. Ele pressionou o pau contra a virilha dela, e ela sentiu ele pulsar, como uma coisa viva que a desejava.

As palavras dele caíram pesadas no silêncio entre eles. Ela olhou nos olhos dele, que na escuridão pareciam quase pretos, com o brilho dourado das luzes dançando neles. “E o que seu corpo quer?”, perguntou baixinho, sabendo que a resposta a abalaria.

Ele se inclinou, a boca na orelha dela. “Te provar. Cada centímetro.” O hálito era quente, cheirava a uísque e menta, uma mistura inebriante. “Lamber sua boceta com minha língua até você gozar, até gritar. Chupar seus peitos, foder seu cu. Mas só se você quiser também.”

Ela estremeceu, um tremor que percorreu o corpo inteiro. O coração martelava contra as costelas, e entre as pernas uma umidade quente se espalhava, encharcando a calcinha. Seu corpo decidiu. Ela assentiu, quase imperceptível, e ele pegou a mão dela.

“Vem.” Os dedos dele se entrelaçaram nos dela, firmes e gentis ao mesmo tempo. Ele não a levou de volta ao salão, mas pelo caminho estreito que contornava a mansão. Cascalho rangia sob os pés, lampiões lançavam luz fraca, arrastando as sombras deles pelo gramado. O ar da noite acariciava a pele dela, e cada respiração parecia mais profunda. Chegaram a um pátio escondido: uma fonte de pedra com água murmurando suavemente, hera subindo pelas paredes, o cheiro de musgo úmido. A lua lançava luz prateada sobre a cena.

“Aqui estamos a sós”,

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi