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O terceiro no quarto

Contos de Corno · aprox. 9 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de cedro e lavanda pairava pesado na suíte quando Lena fechou a porta atrás de si. O leve clique da fechadura foi o único som a quebrar o silêncio. Ela respirou fundo – aquele cheiro de hotel, de luxo e anonimato, a excitava mais do que ela queria admitir. Seus dedos tremiam levemente quando ela colocou o cartão na cômoda, e ela sentiu a expectativa formar um nó em seu estômago. Markus já estava no quarto, parado perto da janela, a taça de vinho na mão, observando as luzes da cidade. Tom ainda não tinha chegado, mas ela sabia que ele viria a qualquer momento. O pensamento disso fazia sua pele formigar, e entre suas pernas já começava a ficar úmido.

O Acordo

“Você está pronta?”, perguntou Markus, seu marido, e colocou uma mão em seu ombro. A voz dele era calma, mas o coração de Lena disparava. Ela assentiu, enquanto olhava no espelho – seu vestido vermelho esticava sobre os quadris, o cabelo caía em ondas sobre os ombros nus. Ao lado dela estava Tom, o melhor amigo de Markus desde a faculdade. Tom era mais alto que Markus, mais largo nos ombros, com um maxilar angular e mãos que já haviam hesitado sobre ela muitas vezes. Esta noite, eles não hesitariam.

O acordo era antigo, mas nunca dito em voz alta. Meses de olhares, toques por baixo da mesa, segredos compartilhados. Markus tinha sugerido, uma noite depois de muito vinho: “Eu quero ver você pegando ele. Como ele te pega.” E Lena tinha dito sim, sem hesitar, porque sabia que aquela era a faísca que seu casamento precisava. Ela se lembrava da mistura de medo e excitação que a inundara na época, e agora, naquele momento, parecia certo – uma dança de corpos e almas que todos os três queriam dançar. Sua boceta já estava ficando molhada só de pensar no que estava prestes a acontecer.

Os Primeiros Toques

Tom se aproximou, sua mão encontrou a nuca dela. Os dedos dele eram quentes, a pele áspera. “Você está incrível”, murmurou ele, e sua respiração roçou a orelha dela. Lena fechou os olhos, sentiu as mãos de Markus deslizarem por sua cintura, abrindo o zíper do vestido dela. O tecido se soltou, caiu no chão, e ela ficou de lingerie preta de renda entre os dois homens. O frescor do ar em sua pele nua fez seus mamilos endurecerem, e ela viu o olhar de Tom percorrer seu corpo, cheio de desejo. Seus seios eram cheios e firmes, os mamilos duros e desafiadores para cima.

Markus deu um passo para trás, sentou-se na poltrona perto da janela. Seu olhar era faminto, mas calmo. “Continuem”, disse ele baixinho, e Lena sentiu seu corpo reagir àquele comando – uma onda de calor a inundou, concentrando-se entre suas pernas. Sua boceta ficava cada vez mais molhada ao saber que Markus estava observando.

Tom segurou o rosto dela com ambas as mãos, beijou-a. A boca dele era firme, exigente, muito diferente dos beijos suaves de Markus. Os lábios de Lena se abriram, deixando a língua dele entrar, enquanto suas mãos deslizavam pelo peito dele, tateando o tecido da camisa. Ela desabotoou, uma por uma, devagar, porque queria senti-lo, aproveitar cada segundo. O cheiro do perfume dele – amadeirado e almiscarado – se misturava com o próprio perfume dela, e ela respirou fundo para absorvê-lo. Ela sentiu o pau duro dele pressionar contra a coxa dela, e ansiava por senti-lo em sua mão.

As Preliminares

Tom tirou a camisa, jogou-a descuidadamente de lado. O peito dele era peludo, os músculos se desenhando sob a pele. Lena deixou as pontas dos dedos deslizarem sobre os mamilos dele, sentindo-o estremecer. “Você está me deixando louco”, sussurrou ele, e suas mãos encontraram o sutiã dela – um movimento hábil, e a peça se soltou, caiu no chão. O tecido rangeu baixinho, e Lena estremeceu quando o ar frio acariciou seus seios. Seus mamilos ficaram ainda mais duros, e ela sentiu a umidade entre suas pernas aumentar.

Seus seios estavam livres, a pele brilhando à luz das velas. Tom se inclinou, pegou um mamilo na boca. Lena gemeu alto, inclinou-se para trás, enquanto a língua dele circulava e sugava. Ela sentiu a saliva dela se misturar com o suor, como o ritmo da respiração dele acelerava o dela. Markus a observava, e o olhar dele era como um segundo toque. Ela sabia que ele estava se acariciando devagar, a mão no meio das pernas, e esse conhecimento a deixava ainda mais molhada. Ela quase podia ouvir a respiração dele falhar quando Tom a beijava e mordiscava. Sua boceta agora estava completamente encharcada, a calcinha grudando nos lábios da vagina.

“Senta na cama”, disse Tom, e a voz dele estava rouca. Lena obedeceu, deixou-se cair sobre a macia roupa de cama de seda. O tecido era fresco sob suas costas nuas. Tom se ajoelhou na frente dela, afastou as pernas dela. A calcinha era um obstáculo fino, que ele pegou com os dentes e puxou para o lado. A respiração dele era quente em sua pele, e quando a língua dele a tocou, um tremor a percorreu. A língua dele percorreu sua fenda molhada, lambendo o suco que jorrava de sua boceta. Ela sentiu o gosto de si mesma nos lábios dele, e isso a deixou ainda mais excitada.

Ele a lambeu devagar, com prazer, como se tivesse todo o tempo do mundo. Lena enterrou os dedos no cabelo dele, enquanto fechava os olhos e se entregava à sensação. A língua dele penetrou entre suas dobras, circulou seu clitóris, e ela sentiu a tensão crescer em seu ventre. Ele chupou seu clitóris, deixou-o vibrar entre os lábios, e ela arqueou as costas quando uma onda de prazer a atravessou. “Porra, Tom, sim!”, gemeu ela, e sentiu sua boceta pulsar em torno da língua dele. Mas ela queria mais, queria senti-lo dentro dela. Ela mordeu o lábio para não gemer muito alto, mas quando Tom enfiou um dedo nela, um grito escapou. Os dedos dele se moviam num ritmo que a levava ao limite, e então ele os retirou. Ele mergulhou os dedos na boceta molhada dela e os lambeu, o gosto dela em sua língua.

A União

“Vem para mim”, pediu ela, e Tom se endireitou. Ele abriu a calça, deixou-a cair. O pênis dele estava duro, a ponta brilhando de umidade, um pau grosso e pulsante que pedia por ela. Lena lambeu os lábios, enquanto ele se inclinava sobre ela, e então ela o sentiu – entrando devagar nela, centímetro por centímetro, até que ele estava completamente dentro. A primeira distensão a fez prender a respiração, depois um suspiro profundo, quando o corpo dela o envolveu. A glande dele roçou as paredes da boceta apertada dela, e ela sentiu sua vagina se contrair em torno dele.

Ela gritou baixinho, um gemido abafado, enquanto ele começava a se mover. Cada estocada era profunda, cheia, e ela sentia cada centímetro dele dentro dela. As mãos dele seguravam seus quadris, puxando-a para mais perto, e ela arranhou as costas dele, deixando marcas vermelhas. O som dos corpos se chocando enchia o quarto, misturado com a respiração ofegante dos dois. Lena abriu os olhos e viu Markus, ainda sentado, a mão agora claramente em seu pau, batendo uma para eles. O olhar dele era intenso, e ela sabia que ele estava adorando cada segundo.

“Olha para ele”, sussurrou Tom, e ele a virou, colocando-a de quatro. A nova posição permitiu que ele entrasse ainda mais fundo, e ela gemeu quando sentiu o pau dele bater no fundo da boceta dela. Ela apoiou as mãos na cama, arqueou as costas, oferecendo-se completamente. Tom segurou seus quadris e começou a foder ela com força, cada estocada fazendo seus seios balançarem. Ela olhou para Markus, que agora se levantava e se aproximava, o pau duro e latejante na mão.

“Abre a boca”, ordenou Markus, e Lena obedeceu, sentindo a cabeça do pau dele pressionar seus lábios. Ela abriu a boca de bom grado, deixando-o entrar. O gosto de pré-gozo encheu sua boca, e ela começou a chupar, enquanto Tom continuava a foder ela por trás. A sensação de ter os dois homens a preenchendo, um na boca e outro na boceta, era avassaladora. Ela sentiu o orgasmo se aproximando, uma onda gigante de prazer que ameaçava engoli-la. Ela chupou Markus com mais força, enquanto Tom acelerava o ritmo, e então o mundo explodiu.

Ela gozou com um grito abafado, o corpo todo tremendo enquanto a boceta se contraía em torno do pau de Tom. Ele gemeu, enterrou-se fundo nela e gozou, o esperma quente enchendo-a. Markus gemeu também, gozando na boca dela, e ela engoliu tudo, o gosto salgado escorrendo por sua garganta. Os três ficaram imóveis por um momento, apenas a respiração pesada quebrando o silêncio.

Lena caiu na cama, exausta, mas satisfeita. Markus e Tom deitaram-se ao lado dela, e ela sentiu o corpo deles contra o seu, o calor e o suor. Ela sabia que aquela noite era apenas o começo de algo novo, algo que os três queriam explorar. E, enquanto fechava os olhos, ela sorriu, sentindo o gosto dos dois homens ainda em sua boca e o esperma escorrendo de sua boceta.

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