Ainda na penumbra do sono, minha mão desliza sobre a curva suave do quadril dela, como se fosse uma paisagem familiar. Ela se vira, seu roupão se abre, e seu olhar está lento, pesado pela noite. “Eu queria fazer café da manhã para você”, crocito, mas até eu ouço a incredulidade na minha voz — meu pau já está duro debaixo do cobertor, uma haste inflexível que pressiona contra a coxa dela.

O cheiro de café e pele
Ela sorri sonolenta. “Você pode compensar depois.” Seus dedos aram meu cabelo bagunçado, e eu sinto o corpo dela se aninhar em mim como um barco em seu cais. O colchão range quando me aproximo, minha perna deslizando entre as coxas dela. Ela está quente, sua pele cheira a sono e um toque de óleo de lavanda que ela passa toda noite. Respiro fundo, enterro meu rosto na curva do pescoço dela. Ela treme quando meus lábios roçam seu ombro, um beijo suave que promete mais — meu pau duro agora pressiona abertamente contra sua coxa, e eu sinto como ela reage, como seu corpo se abre ligeiramente.
“Você cheira bem”, digo, e não é um clichê. É o cheiro de familiaridade, de mil noites, que ainda assim me excita como no primeiro encontro. Ela ri baixinho, um som vibrante que sinto em seu pescoço. “Você também. Mas você cheira a café. De ontem à noite.” Eu sorrio. “Então devíamos corrigir isso.”
Meus lábios viajam lentamente do ombro dela até o lóbulo da orelha. Eu mordo de leve, sentindo seu suspiro baixo. As mãos dela deslizam por baixo da minha camiseta, acariciam minhas costas, traçam minha coluna. Eu estremeço sob seu toque. “Me diga o que você quer”, sussurro em seu ouvido, minha voz grave e rouca. Ela vira a cabeça, os lábios quase nos meus. “Eu quero sentir seu pau dentro de mim. Fundo. Duro. Sem pressa.” Eu a beijo, primeiro suave, depois mais exigente, nossas línguas se encontram, uma dança familiar, enquanto meu coração dispara e meu pau pulsa, pronto para ela.
O jogo dos dedos
Minha mão desce mais, sobre a curva suave da barriga dela, até que as pontas dos meus dedos roçam a borda da calcinha dela. Algodão macio, velho e confortável. Nenhum estímulo de renda, nenhuma lingerie de sedução. E é exatamente isso que torna tão intoxicante: ela é real. Meu indicador desliza por baixo do tecido, percorre seu centro úmido. Ela já está pronta, seu fluido molha minha pele, quente e escorregadio. Sinto sua fenda molhada, os lábios de sua buceta que se abrem como uma flor. Um gemido baixo escapa dela quando eu circulo — devagar, explorando, com carícia precisa. Seu clitóris incha sob meu toque, uma pérola dura no meio do seu calor úmido. Seu quadril treme, pressiona contra minha mão, uma súplica muda.
“Devagar”, sussurro, mas ela balança a cabeça. “Não. Eu quero sentir seu pau.” Ela pega meu cinto, puxa-me para mais perto. O movimento é impaciente, quase rude. Eu a ajudo, expondo minha região, e quando seus dedos me envolvem, eu paro. Fria e firme ela me segura, seu polegar desliza sobre a ponta, que já está molhada de seu suco. Eu gemo, pressiono minha testa contra a dela. “Você acaba comigo”, ofego. Ela sorri, um brilho triunfante nos olhos que me excita ainda mais. Sua mão desliza para cima e para baixo, devagar, saboreando a sensação da minha dureza.
Deixo minha mão descer mais, brinco com sua umidade, desenho círculos em torno do clitóris dela. Sua respiração acelera. “Sim, bem aí”, ela suspira. Eu aumento o ritmo, seus quadris se erguem em minha direção. Ela fecha os olhos, morde o lábio inferior. Inclino-me para seus seios, pego um mamilo na boca, brinco com a língua, enquanto meus dedos continuam trabalhando. Os peitos dela são firmes, os mamilos duros como pedrinhas. Ela geme mais alto, sua mão em meu cabelo me puxa com mais força contra si. “Você me deixa tão molhada”, ela ofega, e eu sinto sua umidade em meus dedos, que se espalha por sua buceta como se ela se abrisse como uma ostra.
O primeiro toque
Posiciono-me sobre ela, minhas mãos de cada lado da cabeça dela. Meu pau, duro e pingando, paira sobre sua boceta aberta. Ela olha para cima, as pupilas dilatadas, os lábios entreabertos. “Me fode”, sussurra, e a palavra me atinge direto na virilha. Lentamente, desço, centímetro por centímetro. O corpo dela se abre para mim como uma flor, uma onda de calor e umidade envolve meu eixo. Sinto os músculos internos dela que se ajustam a mim, que me puxam para mais fundo. Gememos ao mesmo tempo, um coro descoordenado de alívio. Paro por um momento, mergulhado nela, incrustado em seu calor úmido e pulsante. “Porra, como você é boa”, ofego. “Sim”, ela sussurra, e esse é o sinal.
Recuo quase completamente, só a ponta fica dentro dela, e então empurro de novo — fundo, forte, fazendo os peitos dela balançarem. Um balanço rítmico começa que imediatamente me prende. Ela se move comigo, seus quadris em sincronia perfeita. Suas mãos se cravam em minhas costas, as unhas deixam marcas brancas. Acelero, penetro mais fundo, sinto como ela se contrai, como sua respiração fica mais curta. “Não para”, ela sussurra, a voz rouca de desejo. Meu pau desliza dentro dela, cada centímetro parece um pedaço do céu. A buceta dela é apertada, quente, chupa em mim como uma boca faminta.
A tempestade dos sentidos
Mudo o ângulo, levanto levemente os quadris dela, e ela grita baixinho. “Aí”, diz ela, e eu sei que acertei o ponto G dela. Cada estocada se torna uma explosão direcionada. Seu rosto se contorce, ela aperta os dentes. Os seios dela balançam, os mamilos duros e eriçados. Inclino-me, pego um na boca, chupo suavemente enquanto continuo empurrando. Ela geme mais alto, aperta-me com mais força contra si, seus dedos se cravam em meu cabelo. “Me fode mais forte”, ela implora, e eu obedeço, enfio meu pau na buceta dela até as nádegas dela baterem. O som — nossa carne se chocando, seus gemidos, minha respiração ofegante — preenche o quarto.
Minha respiração acelera, um ardor se acumula em minha virilha. Mas não quero gozar, não sem ela. Diminuo, quase até parar, para manter o controle. Ela geme frustrada. “Por que você parou?” Eu a beijo, fundo e exigente, um beijo que torna qualquer resposta desnecessária. Então recomeço, mais rápido, mais forte. A mão dela desce entre nós, seus dedos envolvem meu pau enquanto ela se move ritmicamente. Sinto ela se tensionar, suas pernas se enrolarem em minha cintura.
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