Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Ela estava sentada sozinha em seu quarto de hotel, as luzes da cidade de Munique brilhando diante da janela. A lembrança da noite ainda a fazia arder por dentro, mas esse ardor já havia se transformado em algo muito mais concreto. Ela era pianista, e sua música havia hipnotizado o público. Mas não era apenas a música que a fazia brilhar naquela noite, mas a presença do corpo dele na primeira fila. Ele era seu empresário de turnê, e ela o conhecia há meses, mas naquela noite ela viu algo nos olhos dele que deixou sua boceta molhada. Ela sentiu sua calcinha já encharcada no início da noite, enquanto tocava, enquanto ele a olhava.
O dia tinha sido agitado, mas a tensão havia se transformado em outro tipo de energia. Quando ela se sentou no palco, as mãos sobre as teclas, seu olhar encontrou o dele. Ele estava de pé, e ela viu como os olhos dele deslizaram pelo corpo dela, sobre os seios sob o vestido, sobre as pernas. Ela se sentiu pega, como se ele soubesse que ela já estava se imaginando sendo fodida por ele. O jeito como ele a olhava fez seus mamilos endurecerem, e por um momento ela esqueceu a música. Ela apertou as coxas para controlar a umidade crescente entre as pernas.
Após o show, ela fugiu para o quarto do hotel. Ela arrancou o vestido do corpo e ficou apenas de calcinha e sutiã diante do espelho. Seus seios estavam pesados, os mamilos eretos e duros. Ela passou a mão pela barriga, mais abaixo, até sentir a mancha úmida na calcinha. Ela enfiou a mão por dentro e começou a acariciar sua boceta molhada. Seus dedos deslizaram facilmente sobre os lábios inchados, e ela gemeu baixinho. “Porra”, sussurrou, enquanto imaginava como ele a foderia. Ela fechou os olhos e massageou o clitóris até estar quase no ápice, mas parou. Ela queria ele. Ela queria o pau dele.
Com dedos trêmulos, pegou o telefone e discou o número dele. Ele atendeu no primeiro toque. “Estou no lobby”, disse ele, e a voz dele a fez arrepiar. “Posso subir?” Ela hesitou apenas um momento, enquanto os dedos continuavam a deslizar sobre a boceta molhada. “Sim, sobe”, sussurrou. Ela desligou e arrancou a calcinha. Ficou nua, os seios à mostra, a boceta escorrendo, esperando.
A batida na porta fez seu coração disparar. Ela abriu, e ele estava lá, numa camisa escura, mangas arregaçadas, veias visíveis nos antebraços. Os olhos dele escureceram ao vê-la nua. “Meu Deus”, murmurou ele, entrando e fechando a porta atrás de si. Ela ficou parada, deixando-o admirar o corpo dela. “Você me olhou a noite toda”, disse ela baixinho. “Eu sabia o que você queria.” Ele se aproximou, o hálito quente na pele dela. “E o que eu queria?” “Que eu te foda”, sussurrou ela.
Ele riu baixinho, mas não era uma risada de diversão. Era a risada de um homem que consegue o que quer. “Não”, disse ele, a voz grave e rouca. “Eu quero te foder. Com força. Até você gritar.” Ela sentiu a boceta ficar ainda mais molhada com aquelas palavras. Ela se aproximou e começou a desabotoar a camisa dele. Os dedos tremiam de antecipação. Ela empurrou a camisa dos ombros dele e deixou as mãos deslizarem pelo peito nu, sobre os músculos duros que se contraíam sob o toque. “Você é tão gostoso”, murmurou ela.
Ele agarrou os quadris dela e a puxou para perto. Ela sentiu o pau duro dele pressionando contra a barriga dela através da calça. Ela gemeu e se esfregou nele, sentindo o calor que emanava dele. “Quero ver”, sussurrou ela. “Quero seu pau na minha boca.” Ele sorriu, um sorriso perigoso, e abriu o cinto. A calça caiu no chão, e o pau dele saltou, duro e longo, a cabeça brilhando de excitação. Ela engoliu em seco. Ele era enorme, mais grosso do que tudo que ela já tinha tido. “Gostou?” perguntou ele, envolvendo a haste com a mão e acariciando algumas vezes.
Ela não respondeu. Em vez disso, caiu de joelhos, bem diante dele. Olhou para cima enquanto esticava a língua e tocava levemente a ponta do pau dele. O gosto de sal e homem a fez tremer. Ela abriu a boca e engoliu a cabeça inteira, envolvendo-a com os lábios e chupando suavemente. Ele gemeu e agarrou o cabelo dela. “Sim, assim é bom”, ofegou ele. Ela moveu a cabeça para frente e para trás, deixando o pau dele deslizar mais fundo na boca, até quase tê-lo inteiro. A língua brincava com a parte de baixo da cabeça, enquanto as mãos seguravam os testículos dele e os massageavam suavemente.
Ele puxou a cabeça dela para trás, apenas para empurrá-la de volta contra o pau, com mais força desta vez. Ela permitiu, aproveitando a sensação de ser usada. A boca cheia dele, a saliva escorrendo pela haste. Ela ouviu o ofegar dele, sentiu a pélvis dele batendo contra o rosto dela. “Você faz isso muito bem”, ofegou ele. “Mas agora quero te foder. Quero estar dentro da sua boceta molhada.” Ela soltou o pau dele, um fio de saliva ligando os lábios dela à cabeça dele. “Então me fode”, sussurrou. “Com força.”
Ele a puxou para cima e a jogou na cama. Ela caiu de costas, as pernas se abrindo automaticamente enquanto ele se aproximava. Ele se inclinou e pegou um dos mamilos dela na boca. Ela arqueou as costas quando a língua dele circulou o mamilo endurecido. “Meus seios, sim”, gemeu ela. “Chupa.” Ele mudou para o outro seio, enquanto a mão deslizava entre as pernas dela. Os dedos encontraram a boceta molhada e deslizaram para dentro sem esforço. Ela gritou quando ele penetrou com dois dedos. “Tão apertada”, murmurou ele contra a pele dela. “E tão molhada.” Ele começou a mover os dedos dentro dela, devagar no início, depois mais rápido. Ela se agarrou aos lençóis e empurrou a pélvis contra a mão dele.
“Por favor”, implorou ela. “Quero seu pau.” Ele se ergueu e se posicionou entre as pernas dela. A cabeça do pau duro tocou os lábios molhados dela. Ela sentiu o calor que emanava dele, e a boceta pulsava de desejo. Ele esfregou a cabeça sobre o clitóris, e ela gritou. “Me fode logo, porra!”
Ele riu e avançou. Com um único e duro empurrão, penetrou-a. Ela gritou alto quando ele a preencheu, quando esticou a boceta apertada dela. “Deus, você é tão apertada”, ofegou ele, parado dentro dela, acostumando-se à apertura. Ela sentiu as paredes pulsando ao redor dele. “Se move”, implorou ela. “Por favor, me fode.”
Ele b
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