Esta história foi gerada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Ela estava encostada na grade do terraço, os olhos fixos no horizonte de Frankfurt, enquanto o vento soprava seus longos cabelos escuros ao redor do rosto. O sol acabara de se pôr, e a cidade começava a se transformar em um mar de luzes. Ela amava essa hora do dia, quando o mundo parecia silencioso, antes que a noite mostrasse seu verdadeiro rosto. Seus pensamentos, no entanto, não estavam na beleza da cidade, mas no que se passava dentro dela. Sentia-se vazia, insatisfeita com sua vida aparentemente perfeita. Sua galeria prosperava, seu casamento era sólido, mas em sua alma ardia um fogo que pedia mais. Sua mão deslizou inconscientemente entre suas pernas, e ela sentiu como já estava molhada, só de pensar nele. Apertou as coxas, reprimindo um gemido baixo. Sabia que o veria esta noite, e seu corpo tremia de expectativa.
Ele era um jovem artista que ela havia exposto recentemente em sua galeria. Suas obras eram provocantes, apaixonadas, e ela se sentira imediatamente atraída por ele. Não apenas sua arte, mas ele próprio a havia enfeitiçado. Sua intensidade, sua paixão, seu jeito de ver o mundo a atraíam como um ímã. Ela sabia que era errado, que era casada e ele quase tinha metade de sua idade, mas não conseguia evitar sentir-se atraída por ele. Eles começaram a se encontrar em segredo, para falar sobre arte e vida, mas ela sabia que era só questão de tempo até que suas conversas tomassem outro rumo. Sentia-se culpada, mas não conseguia parar de pensar nele. Imaginava sua língua lambendo sua boceta, seu pau duro penetrando nela. Esses pensamentos a deixavam tão excitada que mal conseguia ficar parada. Sabia que estava correndo um risco, que seu casamento, sua reputação, tudo que havia construído estava em jogo, mas não conseguia evitar seguir esse fogo dentro de si.
Ela se virou ao ouvir passos atrás de si. Era ele, o artista, agora parado em seu terraço, os olhos fixos nela. Ele estava deslumbrante, seu rosto iluminado pela luz da cidade, seus olhos ardendo de paixão. Ela sentiu seu coração acelerar, sua pele começar a formigar enquanto ele se aproximava. Ambos sabiam por que ele estava ali, o que ambos queriam. Sentiam-se como duas pessoas à beira de um abismo, prontas para saltar, não importando as consequências. Ele parou na frente dela, os olhos nos dela, e ela sentiu o mundo ao redor desaparecer. Tudo o que importava era aquele momento, aquele homem, aquela paixão que ardia entre eles.
“Não consigo mais parar de pensar em você”, sussurrou ele, a voz rouca de desejo. Sua mão agarrou seu queixo, erguendo seu rosto para o dele. “Eu quero você. Agora.” Ela não respondeu com palavras, mas com um beijo profundo e faminto. Suas línguas se encontraram, lutaram entre si, enquanto suas mãos começavam a explorar uma à outra. Ela sentiu as mãos dele em sua pele, quentes, suaves, mas também cheias de paixão. Ele deixou os dedos deslizarem pelo pescoço dela, descendo pelos ombros, até encontrar o fecho do vestido dela. Com um movimento rápido, abriu-o, e o vestido caiu no chão, revelando seu corpo nu sob a luz das luzes da cidade. Ela não usava nada por baixo, apenas sua pele nua, seus peitos firmes com os mamilos duros que se eriçavam no ar frio da noite.
“Você é tão linda pra caralho”, ofegou ele, enquanto seus olhos percorriam o corpo dela. Suas mãos encontraram os seios dela, seguraram-nos, apertaram-nos. Ele se inclinou, pegou um mamilo na boca e chupou. Ela gemeu alto, jogou a cabeça para trás, enquanto a língua dele circulava a ponta dura. Uma onda de prazer percorreu seu corpo quando ele pegou o mamilo entre os dentes e mordiscou levemente. Ela sentiu sua boceta ficar molhada, o suor começar a escorrer por suas coxas. Não conseguia evitar abrir as pernas, oferecendo-lhe mais acesso.
“Me fode”, gemeu ela, a voz rouca de desejo. “Quero sentir teu pau dentro de mim.” Ele sorriu, um sorriso confiante e selvagem, e deu um passo para trás. Tirou a camisa, revelando seu torso musculoso. Seu peito era liso, os músculos definidos, e ela podia ver seu pau pulsando dentro da calça, pressionando o tecido. Ele abriu o cinto, deixou a calça cair, e seu pau duro e comprido saltou para fora. Era grosso, com uma glande inchada que brilhava de desejo. Ela engoliu em seco, a boca seca com a visão.
“Vem aqui”, ordenou ele, e ela obedeceu imediatamente. Caiu de joelhos, os olhos fixos no pau dele. Podia sentir o cheiro do desejo dele, almiscarado e forte. Abriu a boca, pegou a glande entre os lábios. Ele gemeu alto quando ela começou a chupar, fazendo a língua circular em volta da ponta. Ela sentiu ele pulsar em sua boca, ficar mais duro. Ela o engoliu mais fundo, deixou o pau deslizar até sua garganta, enquanto suas mãos seguravam os testículos dele. Sentiu os músculos dele se contraírem, ele se mover dentro de sua boca, e ela amou aquilo. Amava tê-lo assim, mimá-lo com a boca, ouvi-lo gemer.
“Sim, assim mesmo”, ofegou ele. “Engole mais fundo.” Ela obedeceu, levou o pau inteiro à boca, até os lábios tocarem a base. Sentiu ele pulsar em sua garganta, sua respiração acelerar. Sabia que ele estava perto do clímax, mas não queria que ele gozasse ainda. Queria senti-lo dentro dela, o pau dele fundo em sua boceta. Ela puxou a boca para trás, um fio fino de saliva ligando seus lábios à glande dele. Olhou para ele, os olhos vidrados de desejo.
“Me fode”, repetiu ela. “Forte.” Ele a puxou para cima, virou-a e a pressionou contra a grade do terraço. A cidade abaixo era um mar de luzes, mas ela não via nada disso. Só sentia as mãos dele em seus quadris, ele a inclinando para frente, esticando sua bunda para cima. Sentiu a grade de metal fria contra sua pele quente, e então sentiu as mãos dele afastando suas nádegas. Sentiu o polegar dele deslizar sobre sua boceta molhada, penetrá-la, preparando-a para o que viria.
“Você está tão molhada”, sussurrou ele, a voz cheia de admiração. “Molhada pra caralho.” Ele tirou o polegar,
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