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O primeiro toque em plena rua

Contos de Primeiras Vezes · aprox. 8 min de leitura · Maiores de 18

Lena lembra do momento em que Niklas estava sentado em frente a ela no café, dois anos atrás. O sorriso dele era como uma promessa que ela nunca ousou expressar. Hoje, no banco do passageiro do seu velho Citroën, deslizando pelos campos de lavanda da Provença, ela sente essa promessa em cada fibra. O ar cheira a verão e a ele — um toque de cedro e sol. Seus dedos acariciam a borda da janela, enquanto o olhar dele desvia rapidamente da estrada para ela. Ela sorri, e seu coração acelera. O vento da viagem brinca com seus cabelos, que ela afasta do rosto. “Você está pronta para hoje à noite?”, pergunta ele, a voz grave e quente. Ela acena, a expectativa formigando em sua barriga. “Nunca estive tão pronta para algo”, responde, colocando a mão sobre a dele, que descansa no câmbio. Ele aperta seus dedos, uma promessa silenciosa. O pensamento sobre o que estava por vir já deixava sua boceta molhada. Ela apertou as coxas para conter a pulsação entre suas pernas, mas não adiantou nada – o suco se acumulava em sua vagina e encharcava sua calcinha. Ela podia sentir literalmente seus lábios vaginais incharem, a umidade escorrendo de sua xota e encharcando o tecido fino. Seu clitóris pulsava impaciente, um pequeno nó duro que gritava por toque. Ela desejava que ele parasse agora, a deitasse no banco de trás e enfiasse o pau fundo nela. O pensamento a deixou ainda mais molhada.

O primeiro beijo ao ar livre

Eles param em um mirante. O sol pinta o céu de laranja e violeta. Do porta-malas, ele tira uma manta e uma garrafa de vinho. Sentam-se na grama, a garrafa circulando entre eles. Lena dá um gole e sente o sabor doce em sua língua. A mão dele está ao lado da dela, a milímetros de distância. Ela treme quando ele entrelaça os dedos nos dela. “Eu quero isso há tanto tempo”, sussurra ele. Ela acena, incapaz de falar. Então ele se inclina, e seus lábios tocam os dela. Não é um beijo terno, mas sim exigente, faminto. Ela abre a boca, deixa a língua dele entrar, explorando seu interior. Sua mão desliza para a nuca dele, puxando-o para mais perto. O vinho derruba, mas ninguém se importa. O beijo fica mais profundo, a mão livre dele sobe para a nuca dela, massageando suavemente o ponto sensível atrás de suas orelhas. Ela suspira na boca dele, e ele aproveita a oportunidade para morder levemente seu lábio inferior, um puxão suave que manda um arrepio pelas costas dela. Ele se afasta, ofegante. “Aqui?”, pergunta ele. Ela olha nos olhos dele, que brilham escuros. “Sim. Finalmente.” Ela podia sentir sua boceta pulsando de desejo, a calcinha já grudada em seus lábios. Ela queria senti-lo dentro dela imediatamente, bem fundo, seu pau duro dentro de sua xota molhada. O pensamento de como o caralho dele araria suas dobras úmidas fez sua respiração prender. Ela pegou a mão dele e a guiou entre suas pernas, direto para a mancha molhada em sua calcinha. “Sente como eu estou molhada?”, sussurrou ela, rouca. “Isso é só para você. Minha boceta está pronta para o seu pau.” Os dedos dele pressionaram suavemente o tecido, e ela gemeu baixinho. Ele podia sentir o calor que emanava da xota dela, e a umidade que encharcava a calcinha. “Você está tão puta”, rosnou ele, enquanto seus dedos esfregavam o tecido molhado. “Eu quero te foder agora.”

A descoberta do corpo

Ele a ajuda a tirar o vestido, um voo de linho fino. Seus dedos roçam os ombros dela, deixando arrepios. Ela está deitada na manta, o céu acima dela vasto e claro. Ele se inclina sobre ela, seu peito nu, sua pele quente. Sua mão viaja da barriga dela para baixo, sob a borda da calcinha dela. Ela ergue os quadris, oferecendo-se a ele. Os dedos dele deslizam para dentro dela, devagar, explorando. Ela ofega, crava as unhas no cabelo dele. “Está bom?”, sussurra ele. “Sim, continua. Me fode com seus dedos”, gemeu ela. Ele obedece, mergulha um dedo nela, depois dois. Ela está molhada, pronta. O polegar dele circula o clitóris dela, e a respiração dela para. Ela sente a onda que se forma, a tensão em sua barriga. Ela geme alto, seu quadril se ergue contra a mão dele. “Ah, sim, bem aí! Esfrega meu clitóris!”, gritou ela. Ele se inclina e pega o mamilo dela na boca, chupa suavemente, enquanto seus dedos continuam trabalhando dentro dela. Ela se agarra aos cabelos dele, sua respiração ofegante. “Eu quero você”, ela aperta. Ele puxa os dedos de volta, tira a calcinha. Um fio fino da umidade dela ainda se conecta aos dedos dele, brilhando na luz do sol poente. O olhar dele para na nudez dela, e ela cora sob aquela intensidade. Ele abre a calça, seu pênis emerge, duro e brilhante. A glande estava inchada e levemente úmida de sua própria excitação. Ela o envolve, guia-o até si. A dureza dele em sua mão parecia ferro em brasa. Ela passou o polegar sobre a ponta sensível, e ele estremeceu. “Me lambe primeiro”, ordenou ela de repente, sua voz rouca de desejo. “Eu quero sua língua na minha boceta antes de você me foder.” Sem hesitar, ele se inclinou entre as pernas dela. A respiração dele era quente em sua xota molhada. Então ela sentiu a língua dele, que passou cuidadosamente sobre seus lábios vaginais, lambendo o suco que jorrava dela. “Sim, sim, me lambe!”, gemeu ela, agarrando os cabelos dele. Ele mergulhou a língua nela, lambeu fundo dentro de sua boceta, recolhendo seu doce suco. Sua língua circulou o clitóris dela, ora suave, ora mais firme, fazendo-a gemer e empurrar o quadril contra o rosto dele. Ela podia sentir sua boceta pulsando em volta da língua dele, como se estivesse prestes a gozar. “Não para!”, ofegou ela. “Vou gozar já!” Ele lambeu ainda mais forte, sua língua rápida e firme no clitóris dela. Ela gritou quando o orgasmo a dominou, sua boceta se contraindo em ondas ao redor da língua dele, e uma onda de sua umidade explodiu na língua dele. Ele bebeu seu suco avidamente, lambeu-a limpa, até que ela ficou deitada, tremendo, na manta. “Agora é sua vez”, murmurou ela, puxando-o para cima dela. A glande dele pressionou contra seus lábios vaginais abertos, que ainda tremiam do orgasmo. Ela olhou nos olhos dele enquanto ele entrava lentamente nela. “Sim, me fode!”, apertou ela. Ele empurrou, e ela gritou baixinho. Era uma plenitude que ela nunca havia sentido. A glande dele se enfiou fundo em sua boceta molhada, abrindo suas paredes. Ele ficou parado, dando-lhe tempo. Ela acenou, e ele começou a se mover, primeiro devagar, depois mais rápido. Ela o envolve com as pernas, seu quadril se ergue para encontrá-lo. O mundo se desfoca em um único sentimento de calor e pressão. Ela ouve os gemidos dele, sente o suor dele em sua pele. O pau duro dele deslizava para dentro e para fora de sua boceta molhada, cada estocada a deixando mais perto do ápice. “Tão bom… seu pau é tão gostoso dentro de mim”, gemia ela, as unhas cravadas nas costas dele. Ele acelerou o ritmo, suas bolas batendo contra o clitóris dela a cada investida. “Vou gozar”, rosnou ele, sua respiração ofegante. “Goza dentro de mim! Enche minha boceta de porra!”, gritou ela, sentindo o próprio orgasmo se aproximar. Com um gemido profundo, ele enterrou o pau fundo nela e gozou, jatos de esperma quente enchendo sua vagina. A sensação do gozo dele a levou ao limite, e ela gozou com ele, sua boceta se apertando em volta do pau dele, sugando cada gota. Eles ficaram deitados, ofegantes, enquanto o céu escurecia ao redor deles. A mão dele encontrou a dela, e ele a apertou. “Foi perfeito”, sussurrou ela. “E isso é só o começo”, respondeu ele, com um sorriso que prometia mais.

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