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A chegada ao chalé na floresta

Contos de Primeiras Vezes · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Ele havia dito: “Algum dia, quando estivermos bem longe, longe de tudo que é familiar.” E agora estavam a caminho, o sol pendia baixo sobre os picos, e o ar cheirava a resina e aventura. Lea estava sentada no banco do carona, com as pernas encolhidas, o olhar fixo na estrada sinuosa. Ela já havia ensaiado esta noite tantas vezes em pensamentos, mas agora, que se aproximava, seus dedos tremiam levemente enquanto ela colocava uma mecha de cabelo atrás da orelha. O pensamento do que estava por vir fazia seu coração bater mais rápido. Ela sentia um calor úmido entre suas coxas, que tentava reprimir concentrando-se na paisagem. Mas a vontade era mais forte. Ela apertou as coxas, sentindo sua boceta ficar molhada, a calcinha lentamente encharcando com sua excitação. A mão de Tom descansava frouxa no câmbio, e ela observava como seus nós dos dedos se moviam quando ele trocava as marchas. Ela imaginava como aqueles dedos deslizariam sobre sua pele, penetrariam nela. Um gemido baixo escapou dela, que ela tentou disfarçar rapidamente com uma tossida. Tom sorriu, sem olhar para ela. “Já impaciente?”, perguntou ele, sua voz grave e cheia de promessas. “Sua boceta já deve estar bem molhada, não? Quase posso sentir o cheiro, esse desejo doce e úmido.” Lea corou, mas acenou com a cabeça, sua mão deslizou involuntariamente entre suas pernas, apertou contra o tecido, sentindo o calor que se acumulava ali. “Sim”, sussurrou ela, “mal posso esperar. Quero sentir seu pau dentro de mim.”

A Chegada

O chalé ficava isolado no final de uma estrada de cascalho, cercado por densa floresta de pinheiros. Nenhuma outra casa à vista, apenas o murmúrio de um riacho próximo. Tom desligou o motor, e o silêncio se assentou sobre eles como um manto macio. “Aqui estamos”, disse ele baixinho, e sua mão encontrou a dela. “Pronta?” Lea acenou, sentindo a pulsação em sua garganta. “Sim. Quero que você me foda aqui, Tom. Quero que você me coma tão forte quanto nunca experimentei.” Ela respirou fundo, o aroma de resina e terra úmida penetrava pela janela entreaberta. Cheirava a liberdade, a algo indomado.

Eles pegaram as mochilas do porta-malas, seus movimentos lentos, quase solenes. A chave rangeu na fechadura do chalé, e quando a porta se abriu, o cheiro de madeira velha e ervas secas os envolveu. Lá dentro estava escuro, a luz entrava por pequenas janelas no cômodo onde havia uma cama larga com uma colcha xadrez. Lea ficou parada na soleira, deixou a mochila cair. Tom veio por trás dela, colocou as mãos em seus ombros. “Não tem mais volta”, sussurrou ele, e ela sentiu sua respiração em sua orelha, um arrepio se espalhando por sua nuca. Ela se inclinou para trás, sentindo seu calor através do tecido de seu suéter. Seus lábios roçaram seu lóbulo, e um tremor leve a percorreu. “Quero você agora”, sussurrou Tom, sua voz rouca de desejo. Suas mãos deslizaram de seus ombros para baixo, sobre seus seios, que se delineavam sob o tecido fino de sua camiseta. Ele apertou suavemente, e Lea gemeu, sua cabeça caiu para trás. “Me toca”, murmurou ela, e ele obedeceu imediatamente. Seus dedos encontraram a barra de sua camiseta, puxaram-na lentamente para cima. O ar frio atingiu sua pele nua e seus mamilos endureceram quando a camiseta passou por sua cabeça. Tom a virou, para que ficasse de frente para ele. Seus olhos percorreram seu corpo, pararam em seus seios, firmes e redondos. Ele se inclinou, pegou um mamilo na boca e chupou, enquanto sua mão massageava o outro. Lea ofegou, seu quadril pressionou contra a virilha dele. Ela sentiu seu pau duro através do tecido de sua calça jeans, uma sombra grossa e longa que a desejava. “Tira ela”, ordenou ela, sua voz tremendo de excitação. “Quero ver seu pau gostoso.”

O Toque

Ela se virou, e seus olhares se encontraram – mas o tempo não parou, apenas fluía diferente, mais pesado, mais cheio. Tom ergueu a mão e passou o polegar sobre sua maçã do rosto, um gesto que ela já tinha visto cem vezes, mas que agora, aqui, ganhava um novo significado. Lea fechou os olhos e se deixou cair no calor de sua proximidade. Seus lábios tocaram os dela, primeiro suaves, depois mais exigentes, e um suspiro escapou dela. Ela abriu a boca um pouco, deixou sua língua entrar, que explorava a dela, com um gosto de café e sal. Suas mãos percorreram suas costas, sentiram os músculos sob a camisa, que se contraíam. Ela puxou sua camisa, desabotoou, deixou cair no chão. Seu peito era largo, peludo, e ela deixou seus dedos deslizarem sobre seus mamilos duros, enquanto ele abria e soltava o sutiã dela. Seus seios caíram livres, pesados e cheios. Ele se inclinou, pegou um mamilo entre os lábios e chupou, enquanto sua mão massageava o outro seio. Lea gemeu alto, seu corpo tremia. “Mais”, sussurrou ela, e ele deixou sua mão descer mais, sobre seu ventre liso, até a cintura de seu short. Ele abriu o botão, puxou o zíper e enfiou a mão para dentro. Seus dedos encontraram sua boceta molhada através do tecido fino de sua calcinha. Ele apertou, sentiu o calor, a umidade. “Você já está tão molhada”, murmurou ele, sua voz cheia de desejo. “Só para você”, respondeu ela, sua respiração superficial. “Quero que você me chupe, Tom. Quero sentir sua língua fundo na minha xota.” Ele empurrou a calcinha para o lado e seus dedos deslizaram em sua fenda. Ela estava escorregadia, quente, pronta. Ele enfiou um dedo nela, e ela gritou, seu corpo se arqueou. “Sim, bem aí”, gemeu ela, e ele começou a fodê-la, seu dedo fundo em sua boceta, depois um segundo. Ela era tão apertada, tão quente, suas paredes se contraíam em torno de seus dedos. Ele sentiu como ela se tensionava, como estava perto do clímax. Mas ele queria mais.

Ele puxou os dedos de volta, levou-os à boca. O gosto dela era doce e úmido. “Quero te provar”, disse ele, e se ajoelhou diante dela. Ele puxou seu short e sua calcinha para baixo, até que ela ficou nua diante dele. Seu monte de Vênus era liso e raspado, seus lábios ligeiramente abertos, brilhando de umidade. Ele se inclinou, sua língua encontrou seu clitóris. Lea gemeu, suas mãos agarraram seu cabelo quando ele começou a chupá-la. Ele circulou seu clitóris com a ponta da língua, depois mergulhou mais fundo em sua fenda, lambeu a umidade que escorria de sua boceta. “Oh Deus, sim”, gemeu ela, seu quadril pressionou contra seu rosto. “Me chupa, chupa minha xota até o fim.” Ele obedeceu, sua língua penetrou nela, tão fundo quanto podia, enquanto simultaneamente massageava seu clitóris com o polegar.

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