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O estalar das brasas

Contos de Romântico · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de bétula queimada pairava pesadamente no ar, misturado ao odor úmido e feminino de Marie, que se espalhava lentamente. Lukas respirou fundo enquanto colocava a última tora nas chamas. As brasas chiavam e soltavam faíscas, que dançavam como pequenas estrelas na lareira. Era o terceiro encontro deles, e seu pau já pulsava dentro da calça, um presságio do que estava por vir. Ele se virou para ela e a viu sentada no tapete – pernas ligeiramente abertas, o vestido esticado sobre os peitos. Sabia que hoje a foderia, com força e profundidade. Seu membro já estava duro como pedra, a glande pressionando o zíper da jeans, uma mancha úmida se espalhando enquanto uma gota de pré-gozo escorria. Ele podia sentir o cheiro dela, aquela nota doce e almiscarada que disparava direto para sua virilha, endurecendo ainda mais seu pau.

O silêncio entre as palavras

Marie estava sentada no tapete felpudo diante da lareira, pernas dobradas, cabeça apoiada nas mãos. Seu olhar estava fixo nas chamas, mas Lukas sentia que ela o observava. Os olhos dela deslizavam pelo corpo dele, parando em sua virilha, onde seu pau duro se destacava. Ela podia ver a saliência, o comprimento e a grossura que se desenhavam sob o tecido, e sua boceta começou a pulsar imediatamente. “Ainda tenho uma surpresa para você”, ele disse baixinho, pegando uma caixinha. Marie se virou, olhos curiosos, língua passando pelos lábios. “O que é isso?” “Abra”, ele ordenou, voz rouca de tesão. Ela pegou a caixa e a abriu. Uma delicada pulseira de prata apareceu, com um pequeno pingente de bolota. “Vi você sempre catando bolotas no parque”, explicou ele, “e pensei que seria um pedacinho de você.” Os olhos de Marie ficaram úmidos, não de emoção, mas de desejo. Ela se levantou, foi até ele e envolveu seu pescoço com os braços. “Obrigada”, sussurrou, pressionando-se contra ele, deixando que ele sentisse seus mamilos duros através do tecido. Ela esfregou os peitos no peito dele, sentindo os mamilos dele endurecerem sob a camisa, e pressionou a vulva contra a coxa dele. A pressão sobre o clitóris a fez gemer baixinho, uma onda úmida escorrendo de sua boceta, encharcando a calcinha.

O beijo que para o tempo

O beijo deles foi exigente, ganancioso. Lukas sentiu os lábios macios dela nos seus, a pressão que pedia mais. Puxou-a para mais perto, as mãos deslizando pelas costas dela, sentindo o calor do corpo através do tecido fino do vestido. Marie abriu a boca, deixou a língua dele entrar, encontrando-se com a sua, uma dança familiar que os deixou sem fôlego. Ela se soltou dele, olhou para ele, pupilas dilatadas. “Quero sentir seu pau”, disse baixinho, as palavras pesadas de desejo. As mãos de Lukas tremiam de excitação. Ele pegou a mão dela, levou-a até a lareira, onde as chamas tremeluziam. “Tire a roupa”, ordenou, voz áspera. Ela obedeceu imediatamente, tirou o vestido, deixando-o cair no tapete. Os peitos dela eram firmes e redondos, os mamilos duros como pedrinhas, vermelho-escuros e inchados. A boceta dela já estava molhada, uma mancha úmida na calcinha, que se espalhava em roxo-escuro pelo tecido branco. “Sua puta gostosa”, ele ofegou, “você já esperou a noite toda para ser fodida, não é?” Ela apenas acenou, olhos brilhando, e deixou as mãos deslizarem pelo corpo, apertando um mamilo enquanto a outra mão descia pela barriga e tocava a calcinha molhada. “Estou tão molhada para você”, sussurrou, voz rouca, “minha boceta está queimando.”

A descoberta da pele

Ele a ajudou a tirar a calcinha, deixando-a deslizar lentamente pelas pernas dela. O corpo nu dela brilhava à luz do fogo, os lábios da vagina ligeiramente abertos, o clitóris já inchado, uma pequena pérola rosa saindo de sua casca. O suor escorria em fios finos pelas coxas dela, cintilando à luz das chamas. Lukas se inclinou, pegou um mamilo na boca, chupando-o, enquanto a mão acariciava o outro, rolando a ponta dura entre o polegar e o indicador. Marie gemeu alto, a cabeça caindo para trás. “Lukas, me lamba”, murmurou, e o som do desejo dela enviou sangue para a virilha dele. Ele se ajoelhou diante dela, abriu suas pernas, sentiu o cheiro dela, intenso e feminino. Quando encontrou a fenda úmida com a língua, ela estremeceu. O gosto o atingiu como uma onda – salgado, doce, um pouco ácido, o puro sabor do tesão dela. “Sim, bem aí”, sussurrou ela, e ele mergulhou, lambeu a boceta dela, do clitóris ao cu. Sentiu-a ficar mais molhada, o suor dela em sua língua. Pressionou a língua fundo na abertura dela, sentiu as paredes quentes se contraindo ao redor. Depois, puxou-a de volta e se concentrou no clitóris, circulando-o com a ponta da língua, ora suave, ora mais firme. “Goza para mim”, ordenou, chupando o clitóris dela, e ela gozou, um primeiro tremor rápido que percorreu seu corpo. O suor escorreu pelo queixo dele, a bacia dela se empinou contra o rosto dele, e ela gritou o nome dele. “É, assim, boazinha”, murmurou ele, “mas agora quero mais.” Ele se levantou, o rosto brilhando do suor dela, e lambeu os lábios.

A união dos corpos

Ele se levantou, tirou a roupa, o membro duro e pronto, a glande brilhando de excitação. O pau dele era longo e grosso, as veias saltando claramente, a glande vermelho-escura e inchada. Uma grossa gota de pré-gozo escorria da ponta. Marie se deitou no tapete, pernas bem abertas, boceta molhada e convidativa, os lábios como pétalas se abrindo. Ela agarrou os peitos com as duas mãos, massageou-os, apertou os mamilos. “Me fode, Lukas”, gemeu, “me fode com força na minha boceta molhada.” Lukas se inclinou sobre ela, apoiando-se nos braços. “Quero sua boceta toda”, disse ele, voz rouca. Ela acenou, puxou-o para perto. Ele penetrou nela devagar, centímetro por centímetro, sentindo-a envolvê-lo, quente e apertada. A resistência dos músculos dela, que se opunham à entrada dele, quase o enlouqueceu. Então, ele deslizou para dentro, fundo, até a glande tocar o colo do útero dela. Marie gemeu alto, o corpo se arqueando para encontrá-lo. “Sim, assim, me fode”, ela apertou. Lukas começou a se mover, estocadas lentas e profundas que os faziam tremer. Ele quase se retirava completamente, apenas a glande permanecia dentro dela, e então estocava de novo, forte e fundo, o baque ecoando pelo quarto. Os sons da lareira se misturavam aos gemidos deles, ao leve chupar dos corpos, ao barulho molhado do pau dele indo e vindo na boceta dela.

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