Lena pega a garrafa de água no banco do passageiro, enquanto Jonas guia a velha perua com uma mão pelas curvas. O sol está baixo, mergulhando os campos de lavanda em um brilho violeta que parece quase irreal. Há cinco dias estão viajando, de Hamburgo até aqui, atravessando a França. A última noite antes da volta para casa passam em uma pequena pensão nos arredores da Provença. Seus pensamentos vagueiam enquanto ela bebe a água fresca. Ela pensa nos olhares que Jonas lhe lançou nos últimos dias – olhares mais profundos que o normal, que fizeram algo ferver dentro dela. Sua boceta começava a ficar molhada toda vez que ele a olhava assim, com aquele olhar faminto. Ela deslizou a mão discretamente entre as pernas, apertou levemente a calcinha, sentiu o calor que se acumulava ali. Mal podia esperar para finalmente estar naquele quarto.

A Noite
O quarto é pequeno, com uma cama larga coberta por um lençol branco. Uma janela dá para o jardim, onde um cipreste se ergue negro contra o céu. Lena larga a mochila e se vira para Jonas. Ele está encostado no batente da porta, braços cruzados, olhando para ela. Nos olhos dele há algo que ela tem visto repetidamente nos últimos dias: uma pergunta que ele não verbaliza. O olhar dele percorre o corpo dela, para nos seios dela, que se delineiam sob o tecido fino da blusa. Ela sente os mamilos endurecerem, como se ele já estivesse tocando neles.
“Vamos comer alguma coisa?”, ela pergunta para quebrar o silêncio. Mas a voz dela sai trêmula, denunciando-a. Na verdade, ela não queria nada além de que ele a jogasse naquela cama imediatamente e enfiasse o pau duro bem fundo na boceta molhada dela.
Jonas balança a cabeça. “Não estou com fome.” Ele dá um passo em direção a ela, depois outro. “Lena…” A voz dele é grave, rouca de desejo.
“Sim?”, ela sussurra. O coração dela martela contra as costelas. A boceta já começava a pulsar, uma pulsação familiar que se espalhava como lava quente entre as pernas dela. Ela podia sentir a calcinha absorvendo lentamente a umidade, uma mancha molhada se formando no tecido escuro.
“Quero te perguntar uma coisa. Mas você tem que ser honesta.” Ele se aproximou até a respiração dele roçar o pescoço dela. Ela podia sentir o calor do corpo dele, o cheiro de suor e perfume que emanava dele. Isso a deixava ainda mais excitada, fazia a boceta dela ficar ainda mais molhada.
Ela acena, engole em seco. Os dedos dela se cravaram no tecido da calça enquanto tentava manter o controle. Mas a boceta já havia assumido o controle, um calor pulsante que gritava pelo pau duro dele.
“Você já… quero dizer, com uma mulher?”, ele pergunta baixinho.
Lena sente o rosto queimar. Ela já pensou nisso muitas vezes, nas noites em que ficava acordada ouvindo a respiração regular de Jonas. Ela imaginou como seria sentir as mãos dele na pele dela, mas também as de uma mulher. Uma fantasia que ela nunca verbalizou. Nos sonhos mais secretos dela, ela se via com uma mulher, enfiando a língua na boceta dela, sentindo o gosto doce na língua, a mulher gemendo e se contorcendo sob a boca dela. O pensamento fez jorrar mais umidade dela.
“Não”, ela diz. Nunca. A voz dela era quase um sussurro, uma confissão dos desejos mais secretos dela.
“Eu também não”, diz Jonas. “Mas eu quero. Com você.”
As palavras dele pairam no ar, pesadas e doces. Lena se aproxima até que apenas um sopro os separa. Ela coloca a mão no peito dele, sente a batida do coração dele, rápida e forte. Os músculos dele se contraíram sob o toque dela, um sinal da excitação dele.
“Estou com medo”, ela confessa. Mas na verdade, ela só tinha medo de quanto queria aquilo. A boceta dela se contraiu, um espasmo violento que quase a fez gemer. Ela queria sentir os dedos dele dentro dela, a língua dele, talvez até os de outra mulher.
“Eu também”, ele diz. “Mas podemos ir devagar. Só o que nos deixar confortáveis.” Ele colocou a mão na bochecha dela, acariciou suavemente o osso do maxilar dela.
Ela o beija, suave e hesitante. Os lábios dele são quentes, têm gosto de sal e chá. Ele retribui o beijo, suavemente, as mãos deslizam para a nuca dela, puxam-na para mais perto. Os joelhos de Lena ficam moles, ela se agarra aos ombros dele. O beijo se aprofunda, a língua dele procura a dela, encontra, e um gemido baixo escapa dela. Ela sente o corpo dele se tensionar, ele a segura com mais força. As mãos dele vagam dos ombros dela para as costas, pressionando-a contra o corpo duro dele. Ela sente a ereção dele através da calça, se pressiona involuntariamente contra ela. O contorno duro do pau dele se pressionou contra o ventre dela, uma promessa do que estava por vir. As mãos dela vagam dos ombros dele para a nuca, brincam com os cabelos curtos dele. Ele suspira dentro da boca dela, e a sensação dos lábios quentes dele nos dela é inebriante. Ela sentiu a boceta transbordar de umidade, um fluxo quente que jorrava dela e encharcava a calcinha. O tecido grudava na fenda dela, irritava o clitóris a cada respiração.
A Descoberta
Jonas se afasta dela, pega a mão dela e a leva até a cama. Senta-se, puxa-a para perto dele. “Tire a roupa”, ele sussurra. “Devagar. Me mostre como você é linda.”
Lena obedece, embora os dedos tremam. Ela desabotoa a blusa, deixa-a escorrer dos ombros. O tecido cai no chão. O sutiã dela é simples, de renda branca. O olhar de Jonas percorre o corpo dela como se a visse pela primeira vez. Os olhos dele seguem cada curva, cada sombra que a luz do entardecer pinta na pele dela. Ele podia ver o leve rubor que subia pelo pescoço e bochechas dela, um sinal da excitação dela. Ele podia ver as pontas duras dos mamilos dela através do tecido de renda branca, pequenas protuberâncias que gritavam pela língua dele.
“Lindo”, ele murmura. Ele levanta a mão, passa o dedo sobre a clavícula dela, descendo até o início do seio dela. Lena prende a respiração. O toque dele é leve como uma pluma, deixando-a ainda mais sensível. Cada lugar que ele toca parece queimar. Ela fecha os olhos, concentrando-se inteiramente na sensação dos dedos dele, que descem lentamente. Ele acariciou o tecido do sutiã dela, deixou os dedos deslizarem sobre a ponta dura do mamilo dela. Um arrepio percorreu ela, um tremor que terminou na boceta dela. O clitóris pulsava selvagemente, um pequeno nó de nervos que gritava por estimulação.
“Posso?”, ele pergunta, os dedos
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