A pesada porta de madeira rangeu ao abrir — e com ela, uma promessa. Lena entrou no quarto, deixou a mala cair, enquanto o cheiro de sal e jasmim a envolvia. Lisboa estava diante dela, as luzes da cidade cintilavam ao longe. Ela tinha vindo sozinha, uma semana só para si. Mas seu corpo, sua barriga, seu ser inteiro clamava por algo — por toque, por pele, por um pau que finalmente a foder de novo como devia ser. Ela tinha adiado por tanto tempo, se contentando com vibrador e dedos. Mas aqui, naquela cidade estrangeira, ela ardia de tesão.

O Encontro
Lá embaixo, no bar, ela pediu um gin tônico. O barman lhe deu um sorriso profissional, mas seus olhos ficaram presos no homem que estava encostado no balcão. Alto, com têmporas grisalhas, uma camisa aberta que revelava o início do peito. As mãos dele eram grandes, os dedos longos. Ela imaginou na hora como aqueles dedos remexeriam sua boceta, como pegariam seu clitóris entre o polegar e o indicador até ela gritar. Quando ele se virou, seus olhos se encontraram. Ele ergueu o copo — um convite silencioso. Ela retribuiu o gesto, sua boceta pulsando sob o tecido fino do vestido.
“Viajando sozinha?”, ele perguntou, se aproximando. A voz era grave, com um sotaque aveludado que lhe arrepiou a espinha — direto até o ventre.
“Relaxando”, ela corrigiu, dando um gole na bebida. “E você?” Ela deixou o olhar descer até a virilha dele, viu o volume sob o tecido. O pau dele devia ser grande, grosso. Ela sentiu sua boceta ficar molhada, seus lábios se abrindo em expectativa.
“Trabalho. Mas livre a partir de hoje.” Ele sentou ao lado dela — não muito perto, mas perto o suficiente para ela sentir o calor do corpo. As pernas dele quase tocavam as dela. Falaram sobre a cidade, sobre o fado, sobre os pastéis de nata. Mas ela mal ouvia. Ficava olhando para a boca dele, imaginando ele chupando seus peitos, enfiando o pau entre seus lábios. Cada gesto dele era calculado, calmo. As mãos dele moldavam as palavras como se estivessem acariciando o próprio ar — uma preliminar que a enlouquecia.
O Convite
Depois do segundo drinque, ele pôs a mão no braço dela. Os dedos eram quentes, o toque leve, mas cheio de intenção. “Vem, vou te mostrar uma coisa.” Ele a guiou por vielas estreitas, passando por azulejos e fontes, até um mirante. Lisboa estava a seus pés, as luzes cintilando. O vento trazia o cheiro de flor de laranjeira. Mas ela só sentia o cheiro dele, aquele odor almiscarado que endurecia seus mamilos.
“Linda”, ela sussurrou — mas só via ele. Os lábios dele encontraram os dela, suaves a princípio, depois mais exigentes. Ela sentiu gosto de gin e sal, um traço de algo doce. A mão dele deslizou para a nuca dela, puxando-a para mais perto. O beijo ficou mais profundo, suas línguas se encontraram em exploração. Ela sentiu a respiração dele, quente no pescoço, enquanto os lábios deixavam um rastro. “Quer subir?”, ele murmurou, com a boca na orelha dela. O hálito dele fazia cócegas, e ela sentiu sua boceta pulsando de desejo. Ela assentiu, e ele pegou a mão dela — firme, decidido.
O Quarto de Hotel
O quarto dele era maior, a cama cheirava a lavanda e roupa limpa. Ele fechou a porta atrás dela, e o momento pairou no ar. Ela se atirou nele, pressionou os lábios nos dele, sua língua invadindo a boca dele. Ela sentiu o pau dele, duro e grosso, marcado sob a calça. Ela estendeu a mão, apertou através do tecido. “Deus, você é tão duro”, gemeu. Ele gemeu quando os dedos dela percorreram o comprimento.
Em vez de esperar, ela o puxou para um abraço, se pressionando contra o corpo dele. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, puxando o tecido do vestido. “Posso?”, ele perguntou, a voz rouca. Ela respondeu puxando o zíper — um zunido baixo que rompeu o silêncio.
O vestido caiu no chão. Ele deu um passo para trás, deixando o olhar percorrê-la. “Você é linda.” Os olhos dele viajaram pela pele nua dela, pelas curvas sob o sutiã de renda. Os peitos dela eram cheios, os mamilos duros como pedrinhas sob o tecido. Então ele se inclinou e beijou o ombro dela, descendo pela linha da clavícula. Os lábios eram macios, a língua quente. Lena fechou os olhos e se entregou às sensações — uma onda que a envolvia. Ela sentiu sua boceta ficar molhada, o suor escorrendo dela como se já estivesse pronta para ser fodida.
As mãos dele encontraram o sutiã dela, abrindo com um movimento hábil. Os peitos dela caíram livres, os mamilos já duros, ansiosos pelo toque dele. Ele pegou um na boca, chupou de leve, enquanto a mão acariciava o outro. Um gemido escapou da garganta dela. Ela agarrou o cabelo dele, apertou-o contra si. O ritmo da chupada era hipnótico, um pulso que percorria todo o corpo dela, despertando o tesão no ventre. Os peitos dela estavam sensíveis, cada puxão no mamilo mandava uma descarga direto para a boceta. Ela sentiu a calcinha ficar molhada, o tecido grudando nos lábios da vagina.
Se despindo
Ela empurrou a camisa dele dos ombros, deixando-a cair descuidadamente no chão. O peito dele era quente, com uma penugem leve que formigava sob os dedos dela. Ela deixou as mãos deslizarem sobre os músculos, sentindo o tremor da pele sob seu toque. Ela abriu a calça dele, puxou o zíper. O pau dele saltou — comprido, grosso, a glande brilhando de excitação. Ela envolveu a mão em volta, sentindo ele pulsar na palma, a veia na parte de baixo pressionando contra os dedos. “Deixa eu te tocar”, ela murmurou, abrindo a calça dele. O membro dele saltou — duro, brilhando na penumbra, a ponta já úmida, uma gotinha de tesão caindo na mão dela. Ela se inclinou, lambeu a glande, sentindo o sabor salgado e masculino. Ele gemeu, agarrou o cabelo dela.
“Ainda não”, ele disse, guiando-a para a cama. “Quero te provar primeiro.” Ela se deixou cair, o colchão cedeu. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, puxou a calcinha dela para o lado. O tecido estava encharcado, ensopado do suco dela. A boceta dela estava nua, os lábios inchados, a fenda molhada e aberta. A respiração dele roçou a fenda úmida dela, e um arrepio a percorreu — uma antecipação que queimava sua pele. Então ela sentiu a língua dele — chata e exploradora, lambendo de baixo para cima. Ele mergulhou nela, provando o suco dela, sua essência. Ele lambeu como se ela fosse uma fruta madura, para ser saboreada. A língua dele encontrou o clitóris dela, duro e inchado, e começou a circular. Ela arqueou as costas, enterrou os dedos no cabelo dele. “Continua”, ela apertou.
Vozes da comunidade
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