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Verão dos Momentos Proibidos

Contos de Romântico · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Vim para cá para capturar a beleza da Toscana, não para me enredar no turbilhão dos meus próprios desejos tarados. Minha lente e eu, somos uma equipe perfeita, e conheço cada canto desta vinícola, cada raio de sol que atravessa as videiras. Mas quando a vi, a modelo contratada para nossa campanha, soube que este seria um verão do qual me lembraria com sonhos molhados. Ela era tão cheia de vida, tão despreocupada, que meu pau ficou duro na hora, mal ela sorriu. Sua pele era como o sol dourado se pondo sobre as colinas, e seus olhos brilhavam como estrelas – mas o que realmente me enlouquecia era o jeito que seus peitos balançavam sob o tecido fino do vestido quando ela ria.

Eu sabia que precisava ser profissional, que tinha que controlar meus pensamentos tarados, mas era como se meu pau tivesse vontade própria. Toda vez que nos tocávamos, quando nossas mãos se roçavam, quando nossos olhares se encontravam, sentia um formigamento na virilha que não conseguia ignorar. Era como se o ar ao nosso redor vibrasse, e sabia que não era o único que sentia isso. Ela sorria para mim, e eu me sentia como um navio sendo arrastado para uma tempestade de luxúria, sem salvação. Minha respiração ficou superficial, e tive que me forçar a não pensar na boceta molhada dela escondida sob a calcinha. Mas era impossível. Cada movimento, cada palavra dela me deixava ainda mais duro.

Passávamos os dias explorando a paisagem, capturando a beleza da Toscana, e as noites conversando, falando sobre nossos sonhos e desejos. Contei a ela sobre minha paixão pela fotografia, meu desejo de ver o mundo através das lentes da minha câmera, e ela me falou sobre seu sonho de ser modelo, de viajar o mundo e colecionar novas experiências. Ríamos e brincávamos, e eu me sentia parte de algo maior, mas na minha cabeça só pensava em como abrir suas pernas e enfiar minha língua na sua fenda molhada. Ela devia sentir a tensão, pois uma noite, depois de uma longa sessão de fotos, quando estávamos sozinhos no escuro, ela colocou a mão na minha coxa. “Você me olha como se quisesse me devorar”, sussurrou, e a voz dela estava rouca de desejo.

Não consegui resistir. Me inclinei e a beijei, um beijo duro e exigente que rompeu todas as barreiras. Minha mão subiu da cintura dela direto para os peitos. Ela gemeu na minha boca quando esfreguei a ponta dura através do tecido fino do vestido. “Sim, bem aí”, ofegou, e senti o corpo dela tremer sob meus dedos. Puxei o vestido por cima da cabeça dela, e seus peitos nus apareceram – cheios, firmes, os mamilos escuros e duros. Peguei um na boca, chupando com avidez enquanto amassava o outro com os dedos. Ela arqueou as costas e pressionou a virilha contra minha coxa. “Quero sentir você”, gemeu, “quero que você me foda.”

Arrebentei meu cinto, deixei minha calça cair, e meu pau saltou – duro, grosso, a cabeça brilhando de excitação. Ela olhou para ele, lambeu os lábios. “Meu Deus, ele é enorme”, sussurrou, e senti a respiração quente dela na minha pele. Ela se inclinou, e pensei que fosse colocá-lo na boca, mas em vez disso, ela tirou a calcinha – um pedaço minúsculo de tecido que já estava encharcado. Ela abriu as pernas, e vi a boceta dela, molhada e rosa, os lábios inchados de desejo. “Vem, me lambe primeiro”, ordenou, e obedeci na hora.

Me deitei entre as pernas dela, minha língua encontrou o clitóris, uma pequena pérola dura que se projetava por baixo do capuz. Lambi devagar, depois mais rápido, enquanto meus dedos deslizavam para dentro da fenda molhada dela. Ela gemeu alto, os quadris se movendo contra meu rosto enquanto eu penetrava mais fundo. “Sim, sim, me faz gozar”, ofegou, e senti os músculos dela se contraírem em volta dos meus dedos. Chupei o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos dentro dela, e ela gozou com um grito, o corpo tremendo enquanto as ondas de prazer a dominavam. A boceta dela ficou ainda mais molhada, e pude sentir o gosto doce e salgado da excitação dela na minha língua.

Sem esperar, me levantei, agarrei os quadris dela e puxei-a para cima de mim. Ela montou no meu colo, e senti o calor da boceta dela diretamente na cabeça do meu pau. Ela desceu devagar, centímetro por centímetro, e eu gemi alto quando o calor apertado e molhado envolveu meu eixo. “Você é incrível”, arfei, e ela sorriu enquanto subia e descia, as mãos nos meus ombros. Os peitos dela pulavam na minha frente, e eu os agarrei, apertando enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido. O som da boceta molhada dela batendo no meu pau enchia o ar, um barulho de chupada molhada que me deixava ainda mais excitado.

Não aguentei mais. Agarrei-a com mais força, virei-a, joguei-a no chão e a pressionei contra a grama macia. Meus joelhos forçaram as pernas dela para abrir, e enfiei meu pau fundo na boceta dela, sem aviso. Ela gritou, mas foi um grito de prazer, não de dor. “Me fode, me fode com força”, gemeu, e obedeci. Cada estocada era funda, forte, quase saindo completamente para depois mergulhar de volta com toda a força. Senti as paredes dela se apertarem ao meu redor, me puxando para mais fundo. Minhas bolas batiam nos lábios dela, e eu podia sentir o cheiro doce dela, misturado com suor e jasmim.

Me inclinei, sussurrei no ouvido dela: “Você é tão safada, tão incrivelmente safada.” Ela respondeu enfiando a mão entre nós e esfregando o clitóris enquanto eu continuava a penetrá-la. Os dedos dela trabalhavam no ritmo das minhas estocadas, e senti que ela estava perto do segundo orgasmo. “Goza comigo”, ofeguei, “goza no meu pau.” Empurrei ainda mais forte, sentindo a tensão crescer na minha virilha, o calor se acumulando no meu ventre. Ela gritou alto, o corpo se arqueou, e senti a boceta dela se contrair ao meu redor enquanto ela gozava, quente e molhada. Aquela visão, aquela sensação, foi demais. Enfiei fundo mais uma vez, parei, e senti a enxurrada de esperma jorrar de mim, direto para dentro da boceta fumegante e pulsante dela. Gemi alto, meu corpo tremendo.

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Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi