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Primeiras Vezes em Munique

Contos de Primeiras Vezes · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Eu não via Emma de verdade há anos. Não como a via agora. Todos os dias ficávamos frente a frente na cozinha do hotel, eu o sommelier com meus copos de vinho, ela a cozinheira com suas facas e panelas. Trocávamos olhares, breves acenos, talvez um sorriso. Mas nunca tinha acontecido nada. Nunca deixei que a tensão que estalava entre nós explodisse. Até aquela noite em Munique. A cidade estava sob nós, um mar de luzes e barulho, mas naquele quarto de hotel só existíamos nós. Emma estava à janela, com as mãos apoiadas no parapeito, seu corpo um único convite. Seu vestido se esticava sobre sua bunda, e eu podia ver cada linha de suas costas, a curva de sua cintura. Eu sabia que aquela noite mudaria tudo.

— Emma — falei baixo, minha voz um arranhão no silêncio. Ela não se virou, mas eu vi seus ombros subirem e descerem, uma respiração profunda. Aproximei-me até sentir o cheiro do seu cabelo — cítrico e salgado e algo doce. Minhas mãos pousaram em seus quadris, e sob minhas pontas dos dedos senti o calor do seu corpo através do tecido fino. — Não te vi de verdade o tempo todo — sussurrei, meus lábios quase na sua orelha. — Mas esta noite eu te vejo.

Emma inclinou a cabeça para o lado, dando-me mais espaço no seu pescoço. Aproveitei a oportunidade, deslizei meus lábios pela sua pele, do ombro até o ponto onde sua pulsação pulsava sob a superfície. Ela gemeu baixinho, um som que foi direto para o meu pau. — Eu esperei por isso — ela sussurrou, a voz rouca. — O tempo todo.

Minhas mãos vagaram de seus quadris para a frente, deslizaram sobre sua barriga até repousarem em seus seios. Apertei suavemente, sentindo a firmeza sob o vestido. Emma se pressionou contra minhas mãos, e eu senti seus mamilos endurecerem sob o tecido. — Quero te sentir — disse, e minha voz agora era um rosnado. Abri o zíper do vestido dela, devagar, milímetro por milímetro, e o ar no quarto parecia ficar mais denso. O vestido caiu de seus ombros, e eu a ajudei a tirá-lo pelos quadris, até ele ficar no chão. Ela estava só de espartilho preto e uma calcinha minúscula diante de mim, a luz do luar pintando sombras em sua pele.

— Deus, como você é linda — murmurei, e eu falava sério. Seu corpo era uma paisagem de curvas e carne macia, sua cintura fina, seus quadris largos. Virei-a para mim, e seus olhos me encontraram — escuros, úmidos, cheios de desejo. Sua mão agarrou minha camisa, rasgou os botões até ela se abrir. Seus dedos deslizaram pelo meu peito, pelos pelos, e eu me contorci sob seu toque. — Você também — disse ela, e um sorriso brincou em seus lábios. — Você não faz ideia de quantas vezes imaginei isso.

Eu a agarrei pelos quadris e a puxei para mim, pressionando meu corpo contra o dela. Eu já estava duro como pedra, meu pau pressionando contra o tecido da calça, e ela devia estar sentindo. Ela pressionou o quadril contra o meu, e eu gemi. — Me fode — sussurrou diretamente no meu ouvido. — Me pega aqui e agora.

Era tudo que eu precisava. Eu a levantei, suas pernas se enroscaram na minha cintura, e a carreguei até a cama. Caímos no colchão, uma bagunça de braços e pernas e respirações ofegantes. Rasguei minha calça, libertei meu pau, que estava duro, vermelho e pingando de tesão. Emma estava debaixo de mim, ainda de espartilho, mas sua calcinha já estava molhada. Eu vi a mancha escura no tecido e precisei tocá-la.

Minha mão deslizou entre suas pernas, e pressionei suavemente sua buceta. Ela gemeu alto e jogou a cabeça para trás. — Porra, sim — ela ofegou. — Me toca. Afastei o tecido da calcinha dela e mergulhei meus dedos em sua fenda úmida. Ela estava escorregadia e quente, seus lábios inchados, e quando enfiei meus dedos nela, ela me apertou imediatamente. — Você é tão apertada — disse, enquanto movia meus dedos dentro dela, devagar, fundo. Emma arqueou o corpo, suas mãos se cravando no lençol.

— Quero seu pau — ela implorou. — Por favor. Agora.

Tirei meus dedos e os lambi — seu gosto era salgado e doce, e me deixou ainda mais duro. Rasguei a calcinha dela pelos quadris e abri suas pernas. Sua buceta estava diante de mim, aberta e pronta, os lábios brilhantes, o clitóris inchado. Curvei-me e mergulhei minha língua nela. Emma gritou, suas mãos agarraram meu cabelo, e ela pressionou meu rosto mais fundo em sua boceta. Eu a lambi, chupei seu clitóris, até ela tremer e gemer. — Sim, bem aí — ela soltou. — Não me deixa louca.

Não parei até sentir seu corpo se tensionar, um primeiro tremor percorrendo-a. Mas parei, pouco antes de ela gozar. Ela gemeu frustrada, mas eu só sorri. — Ainda não — disse. — Quero gozar dentro de você.

Ergui-me, meu pau ereto como um foguete, a cabeça vermelha e brilhante com seu suco. Posicionei-me entre suas pernas, a ponta na sua entrada. Emma me olhou, seus olhos vidrados. — Me fode com força — disse ela. — Me mostra do que você é capaz.

Eu empurrei. Uma única estocada, forte, e meu pau deslizou para dentro dela, fundo em sua vagina quente e molhada. Gememos juntos, um som único de puro prazer. Ela era incrível — apertada, quente, perfeita. Comecei a foder, primeiro devagar, estocadas profundas que empurravam seu corpo para frente e para trás na cama. Cada estocada a fazia gemer sob mim, seus seios balançando sob o espartilho. Agarrei o tecido e rasguei, libertando seus peitos. Eram grandes, cheios, os mamilos duros. Curvei-me e peguei um na boca, chupando-o, enquanto continuava a penetrá-la.

— Sim, me fode — Emma ofegou, suas mãos no meu cabelo. — Mais forte. Mais fundo.

Obedeci. Coloquei suas pernas sobre meus ombros e enfiei meu pau nela, o mais fundo que pude. Sua bunda batia contra minhas coxas, e seus gemidos viraram gritos. O colchão rangia sob nós, e a cabeceira batia na parede, mas não ligávamos. Éramos apenas dois corpos se movendo um no outro, suor e tesão se misturando. Senti seus músculos se contraírem ao redor do meu pau, e soube que ela estava perto.

— Goza para mim — sussurrei em seu ouvido, enquanto meu ritmo acelerava. — Deixa eu sentir você gozar.

Foi isso. Emma arqueou o corpo, ficou rígida, e então ela gozou, uma onda

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