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Monte do Primeiro Suspiro

Contos de Primeiras Vezes · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Lena estava sentada à frente dele no teleférico, o vidro frio atrás dela era apenas um espelho opaco para os picos nevados do Tirol, mas Max não via as montanhas. Seus olhos praticamente devoravam o corpo dela enquanto a cabine subia aos solavancos pela montanha. Ela vestia uma calça de yoga justa, cor de vinho, que acentuava cada curva de suas coxas firmes e o balanço sólido de seu traseiro. A blusa dela era simples, mas esticava sobre os seios cheios, cujos contornos ele absorvia através do tecido fino. Lena, no início dos quarenta, uma respeitada professora de yoga com a serenidade de uma mulher que harmonizara corpo e mente, sentia aquele olhar como um sopro quente em sua pele. Ela o conhecera há três semanas, quando ele aparecera ofegante e suado em sua aula matinal, um garoto com testosterona demais. Desde então, ele não dava trégua. Quinze anos mais novo que ela. Seu aluno. Um mantra que ela tentava repetir para si mesma enquanto o calor entre suas pernas já começava a pulsar.

O teleférico balançava e rangia, um som metálico que se misturava ao zumbido em seus ouvidos. Max estava tão perto que ela precisava inalar o cheiro do seu pós-barba — amadeirado, almiscarado, com um toque cítrico. Um cheiro que a agarrava direto no nariz e aterrissava no seu ventre. A mão dele descansava solta sobre o joelho, larga, fibrosa, com veias que se desenhavam sob a pele. Ela imaginava aquela mão sobre sua pele nua, sentiria a aspereza dos nós dos dedos, a pressão. Suas bochechas queimavam. Ela desviou o olhar e fitou os picos lá fora, mas no reflexo do vidro ela via os olhos dele, escuros de desejo. “Está gostando da vista?”, perguntou ela, a voz mais rouca do que pretendia. Ele sorriu torto, um menino no corpo de um homem. “Sim”, disse ele baixinho, deixando o olhar percorrer as pernas dela. “Estou gostando muito do que vejo.” A cabine parou com um solavanco, e quando as portas deslizaram, Max se levantou, inclinou-se sobre ela e sua mão pousou no ombro dela. Não era um toque suave, era firme, possessivo. “Vem”, disse ele, “hoje não é dia de distância.”

A trilha na montanha era estreita, ladeada por arbustos perfumados de rododendro, o ar era límpido e frio. Eles caminharam lado a lado em silêncio, mas a quietude era elétrica. Lena tentava organizar os pensamentos. Ela permitira que ele a acompanhasse, sob o pretexto de uma caminhada, para reestabelecer os limites profissionais. Em vez disso, sentia sua vagina ficar mais úmida a cada passo, o tecido da calça de yoga se moldando aos seus lábios. Max falava, contava sobre seus planos, sua paixão por escalada e pelas montanhas, mas a voz dele era apenas uma vibração profunda que ecoava no seu baixo-ventre. Toda a presença dele invadia o espaço dela. Quando pararam em um mirante com um banco de madeira bambo, ele ficou parado e se virou abruptamente para ela. A fome nos olhos dele era inegável, uma ganância que despira toda a polidez. “Não posso mais fingir, Lena”, disse ele, rouco. “Eu quero você. Agora.” Sem esperar resposta, ele avançou, a mão mergulhou no cabelo dela e puxou sua cabeça para trás. Então pressionou a boca contra a dela.

O beijo não tinha nada de suave. Era um ataque. A língua dele forçou passagem entre os lábios dela, exigindo entrada, e ela cedeu, um gemido que se derramou na boca dele. Ela sentiu os dentes dele mordiscarem seu lábio inferior, depois a mão dele deslizando do pescoço para baixo, pelas costas, até repousar no acolchoamento firme do seu traseiro. Ele a apertou contra si, e ela sentiu a excitação dele, um membro duro e grosso pressionando seu ventre. “Você é tão gostosa pra caralho”, ele sussurrou contra os lábios dela. “Quero te foder até você não aguentar mais andar.” O joelho dele se insinuou entre as pernas dela e as abriu. O toque áspero do jeans na sua abertura úmida era demais. Ela tremeu, as mãos mergulharam na camisa dele, arrancando os botões, até sentir a pele quente e lisa. “Aqui”, ela ofegou, a sanidade finalmente afogada no coquetel de desejo e anseio. “Me fode aqui.”

Ele a puxou para dentro da mata, até alcançarem uma pequena clareira banhada pelo sol e protegida por arbustos densos. O chão era macio de musgo e agulhas secas. Max deixou as mãos percorrerem o corpo dela, arrancou a blusa pela cabeça, até os seios dela, pesados e cheios, ficarem expostos ao olhar dele. Os mamilos dela estavam duros, escuros e eretos quando ele passou os polegares sobre eles. “Porra, suas tetas são perfeitas”, sussurrou ele, inclinando-se e levando um mamilo à boca. Ele sugou com força, enquanto a outra mão massageava o seio livre, apertava, puxava. Lena jogou a cabeça para trás, um grito escapou dela. Ela sentiu a umidade entre as pernas escorrer para dentro da calça, uma faixa pegajosa e quente. “Tira isso”, ordenou ela, rouca, incapaz de assumir o controle. Ele beijou o caminho para baixo, ajoelhou-se diante dela, a língua traçando um rastro molhado do umbigo descendo, enquanto as mãos agarravam o cós da calça de yoga e a puxavam para baixo num só puxão. O tecido se soltou, grudado na pele dela. Ela ficou nua diante dele, apenas o ar alpino sobre a pele excitada, e ele a encarou, o triângulo escuro e molhado entre as pernas dela. “Deus, você está tão molhada por mim”, ele gemeu, a voz rouca de desejo. Ele abriu os lábios dela com dois dedos e se inclinou. A língua encontrou o clitóris dela, e ele começou a lamber, primeiro devagar, em círculos, depois com mais força, com deleite.

Lena cravou as unhas no cabelo dele, as pernas tremendo sob ela. “Sim, bem aí”, ela ofegou. “Me lambe, me fode com a língua.” Ele mergulhou mais fundo, a língua penetrando a abertura dela, provando seus sucos, antes de voltar ao clitóris, prendendo-o entre os lábios e sugando. A pressão crescia dentro dela, um fervor nas veias. Ela sentiu o orgasmo se acumulando, uma onda disparando pelo corpo inteiro. “Vou gozar”, ela gritou, o quadril pulsando contra o rosto dele. “Porra, sim, vou gozar!” O orgasmo explodiu nela, um espasmo violento que sacudiu seu corpo, enquanto ela se agarrava à cabeça dele para não desabar. Os sucos dela escorreram pelo queixo dele, mas ele não parou, continuou lambendo, sugando até o último espasmo passar. Então ele se levantou, o rosto brilhando molhado dela. “Você tem um gosto incrível”, disse ele, abrindo o cinto. O jeans caiu.

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