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Encontro Úmido na Sauna

Contos de Ménage · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O vapor se deposita como um segundo corpo sobre nossa pele, úmido e pesado, abrindo cada poro para o que está por vir. “Você acha que ela percebeu?” A voz de Mara é rouca, quase um arranhão no ouvido, enquanto ela se senta ao meu lado no banco de madeira. Sua coxa se pressiona contra a minha, molhada e quente, a pele escorregadia de suor. Do outro lado, Lina se acomoda – devagar, como se quisesse saborear cada segundo. Sua pele brilha, pérolas de condensação escorrem entre seus seios, traçando uma trilha ao longo de sua barriga, descendo até a sombra escura entre suas pernas, onde o tecido da calcinha de biquíni já se estica. Meu olhar segue essa trilha, para na leve saliência sob o pano molhado, e sinto minha respiração ficar mais curta.

O primeiro olhar

Eu balanço a cabeça, embora não saiba. Lina já tinha me olhado no vestiário – aquele olhar investigativo que pergunta mais do que lábios jamais diriam, que parecia rastejar direto para dentro dos meus pensamentos. “Ela está curiosa”, sussurro para Mara, minha voz quase inaudível sobre o chiado do vapor. A mão dela encontra minha coxa, e o calor transforma esse toque em algo mais intenso, como se cada poro fosse um nervo exposto. Seus dedos sobem mais, roçam a parte interna da minha coxa, e sinto meu corpo se tensionar.

Lina derrama água sobre as pedras. Uma lufada de vapor sibila, por um instante ela é apenas uma silhueta no branco, uma sombra de calor e desejo. Então seu corpo reaparece: firme, flexível, cada linha um convite. Seus seios são cheios e pesados sob o tecido fino, os mamilos se destacam, duros e exigentes. Ela se senta no banco de cima, bem na nossa frente. As pernas ligeiramente abertas, os braços apoiados, seu olhar vagueia de Mara para mim – e para na minha mão, que ainda repousa sobre a coxa de Mara. Um sorriso brinca em seus lábios, um sorriso sabido, prometedor.

“Quente o suficiente para vocês?” A voz dela tem aquele tom provocante que sempre me dá um aperto no estômago, que vai direto para o meu ventre. Mara não responde, apenas se aproxima. Seu peito roça meu braço, a pele úmida parece se sugar a mim, como se não quisesse mais soltar. Sinto o calor do corpo dela, a batida do seu coração, que acredito sentir através do seu peito.

“Poderia estar mais quente”, digo, minha voz rouca. Meus dedos sobem mais sobre a coxa de Mara, até roçarem a borda da calcinha de biquíni dela. O tecido está encharcado, gruda na pele dela, e sinto o calor que pulsa por baixo. Lina observa o movimento, seus olhos se estreitam. Ela passa a língua nos lábios – devagar, com prazer, como se tivesse todo o tempo do mundo. Sua língua desliza sobre o lábio inferior, e eu imagino como ela se sentiria, macia e quente. O ar está pesado e com cheiro de eucalipto, que se mistura ao nosso suor, um coquetel inebriante de calor e desejo.

O jogo começa

Mara agarra meu pulso, seus dedos estão úmidos e trêmulos, e guia minha mão para mais baixo. Sinto o calor entre suas pernas, o tecido que já está encharcado, que gruda e aperta. Quando alcanço a saliência do seu ventre, ela solta o ar baixinho, um suspiro que se afoga na nuvem de vapor. Lina se remexe no banco, uma inquietação que ela não consegue esconder – ou não quer. Suas coxas se apertam, se soltam de novo, e vejo sua mão ir involuntariamente para seu próprio ventre, antes de deixá-la cair novamente.

“Continuem”, ela diz. Não é uma pergunta. Uma ordem. Sua voz é rouca, pastosa, o desejo nela inconfundível.

Olho para Mara. Ela acena – quase imperceptível, mas claro o suficiente. Seus olhos estão semi-cerrados, as pupilas dilatadas, sua boca ligeiramente aberta. Então empurro o tecido molhado para o lado. A pele por baixo é lisa, quente, e quando passo dois dedos sobre sua fenda, sinto o quanto ela já está molhada. A umidade escorre pelos meus dedos, quente e escorregadia. Deslizo para dentro dela, sem resistência, ela está aberta e pronta.

Mara geme baixinho, sua cabeça cai para trás, a garganta exposta. Lina se inclina para a frente, as mãos nos joelhos, o olhar fixo no ventre de Mara, como se sua vida dependesse disso. Ela observa meus dedos desaparecerem em Mara, o tecido se franzindo em volta do meu pulso. Sua respiração acelera, seus seios sobem e descem.

“Mostra a ela direito”, sussurra Lina. “Faz ela gozar.” Sua voz é quase um sopro, mas atravessa o vapor como uma ordem.

Eu obedeço. Meu polegar circula o clitóris de Mara, uma pequena pérola dura que incha sob meu toque. Sinto ela se contrair, seu corpo inteiro se tensionar. Meus dedos bombeiam dentro dela, um mergulho rítmico em seu calor molhado que a faz gemer. Sua pélvis se ergue ao meu encontro, sua mão se crava na minha nuca, as unhas cavando minha pele. Lina está bem perto agora, sua respiração roça o peito de Mara, quente e exigente. Ela estende a mão e acaricia o mamilo ereto de Mara, que se destaca sob o tecido fino, duro e pontudo. Ela belisca, e Mara estremece, um som abafado escapa de sua garganta, um gemido que se transforma em um choramingo.

“Você gosta disso?”, pergunta Lina, sua voz um sussurro direto no ouvido de Mara. A resposta de Mara é um gemido que se torna um grito quando eu acelero, vou mais fundo. Suas coxas apertam minha mão, os músculos se contraem, e sinto ela se apertar em volta de mim, um aperto pulsante. Uma última estocada profunda – e ela passa do limite. Seu corpo treme sob nossos olhares, um tremor ondulante que percorre todo o seu corpo. Seu grito se afoga no vapor, e sinto seu líquido escorrer pela minha mão, quente e abundante.

Trocando os papéis

Ficamos deitadas por um tempo, as nuvens de vapor nos envolvendo como um segredo. A respiração de Mara se acalma devagar, sua cabeça descansa no meu ombro. Lina se recostou, a mão entre as pernas, os dedos se movendo sob o biquíni, um movimento impaciente e buscador. Vejo seus dedos mergulharem no tecido, seus quadris se erguendo e descendo levemente. Ela nos observa, seus olhos escuros de desejo. Mara se endireita, seu olhar está claro, decidido. O cansaço do orgasmo se foi, substituído por um novo fogo.

“Agora você”, ela diz a Lina e agarra a parte de cima do biquíni dela. Lina deixa que Mara puxe a parte de cima por cima de sua cabeça. Seus seios aparecem, cheios e pesados, os b

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